Olá, boa noite

Essa é a história, de um programa de índio. Ops, uma viagem. Somos três, fomos 2, fomos 1, voltamos ao 3. Eu, dois amores e uma cidade sem amor, foi o que disseram. Acontece que, de tanta farsa matamos a cidade. Zeramos SP, em nossas cabeças em constante mudanças. Campus Party, jogos de azar (azar de quem jogou SF comigo) e de sorte (juntinhos jogados a perguntar), palestras devagar e um mundo a explorar. Noites viradas de maneira alternada, lombras e crises de riso, conversas aleatórias sem o mínimo sentido ou necessidade dele. Necessidade de sentido, tudo que não foi necessário. Dias de verão e noites de inverno, um calor super frio (cof cof, virginianos meus!). Inferno astral. Metrô, vários bom dia. “Oh no, esqueci meu celular!”. Liberdade na liberdade. Tudo bem, é tradição! Outro dia cheio de histórias. Sono profundo seguido de muita zoação. Tudo isso amor. 15 min até o Ibira, certo. 15 min mais longos e infinitos da vida. Teatro Ibirapuera, Léo Fressato. Não há muito o que falar, chegamos a conclusão: achamos MESMO o amor. Um show composto de varias sensações lindas. Bônus: Versos que compomos na estrada. Uma noite nublada. O silencio na Avenida Paulista. Chegamos próximo ao Reviver Paulista. Retrocedemos. Thiago nos fez descobrir. Zeramos. 25 de março, dinhelo, maguezal. Uma tarde de dor. Mais próximo do final estamos, iniciando. SP e Campus. Nós 3, é tradição iniciada viado.

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