eu não escrevi na semana passada

a semana passada foi surpreendentemente boa. fiz 21 em no domingo 21. a minha crise dos 21 foi bem distribuida e não me afundei. acho que o ponto mais alto foi uma conversa cheia de pontos aleatórios que tive dois dias depois. o meu dia 21 (meu sim, culpo o signo), foi lindo. a madrugada foi inusitada ao receber parabéns e várias tachinhas. foi caloroso e emocionante o parabéns do irmão e dos pais. foi animado por pessoas que são boas em fazer o nada se tornar altamente confortável. fazem do nada um ótimo lugar pra estar. surpreendente por mensagens inesperadas. composto por uma possivel substituição (impossível) no grupo. o final da tarde — que descobri ser minha parte favorita do dia — foi compartilhado. meu quarto tornou-se um cantinho pra ouvir Dorgival e Paralamas. traquilidade. um sorriso de “melhor humor porque hoje é teu aniversário”. a noite foi falante e engraçada. descoberta de anos de amizade, textinhos só meus. o dia 21 foi lindo e marcante, 21 no 21.

passou 1 semana inteira, semana que contou com uma fugidinha da rotina e um início de noite atípico no reviver. o dia 28 chegou. uma prova de geologia seguida por uma estranha tarde no shopping. um intervalo e: gelo, let it go, risadas, cada um na sua casa (sem indiretas), risadas, uma soneca curta, uns presentes, baralho, xbox, mini sono, uma cortina de corações e paitê, 1 pouquinho de álcool (talvez só o cheiro), sorvete. um riso verdadeiro de superação, um “ainda bem que tu vai embora” carregado de amor. um outro 21, um mini 21. uma aventura congelante de uma pequena pessoa de um coração lindo. foi radiante.

arrisco dizer que essa foi uma das melhores semanas do ano. sim, houveram traumas, nada irreparável. houveram aprendizados. e muitas risadas, como é notório.


isso tudo é, possivelmente, responsabilidade de um amor que é um mas ao mesmo tempo é 4.

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