Se não delega a sua gestão, porque delega a sua comunicação?

Por Sara Batalha — CEO da MTW Portugal e Fundadora da ACE Academy®

www.mtwportugal.pt

Muitos CEO e diretores têm a responsabilidade, não só de comunicar eficazmente, como também de serem os embaixadores de confiança das suas empresas.

Mas isto não é uma tarefa fácil!

Sabia que a sua reputação pode ser arruinada por um pequeno lapso durante uma entrevista? Lembra-se do caso BP e do seu CEO, na crise do derrame no Golfo do México? Um verdadeiro desastre mediático, que podia ter sido evitado.

O conhecido Barómetro de Confiança Edelman, revelou recentemente que os líderes são os porta-vozes em que menos a opinião pública confia. Porque será?

E de que forma isso afeta a sua empresa? E se está a pensar só em televisão, engana-se. É que a sua reputação profissional e a da sua empresa é construída (ou destruída) em cada momento de comunicação pública, do porta-voz e de cada profissional que fala em seu nome.

Pense assim: “Cada vez que tenho uma reunião com um cliente ou com a equipa, estou num ‘palco’ e tenho uma audiência. Logo, estou a ser avaliado pela minha comunicação.” (…) Oh, não!!!

Calma. Facto: A cada minuto recebemos uma cada vez mais quantidade de informação através dos diferentes media. Perguntar se deve fazer media training é a pergunta errada.

Pergunte antes: Quando é que devo fazer media training com especialistas e com que resultados? É imperativo que, agora mais que nunca, as empresas invistam em media training profissional para os seus líderes. Eles próprios são um media!

Analise as razões indicadas por alguns dos nossos clientes que treinam todos os anos e que investem em acompanhamento e desenvolvimento:

1. “Define o posicionamento da minha empresa.

O media training é uma excelente oportunidade para garantir que a minha estratégia está adequada à minha audiência e que os meus porta-vozes têm as mensagens alinhadas.
 
Sabia que 90% dos nossos media training sessions com comissões executivas revelam que os porta-vozes tinham mensagens desalinhadas e que iriam provocar uma crise, apenas com uma declaração?

2. “Protege a minha reputação.”

Saber como transmitir mensagens fortes, concisas e media friendly, adequadas ao seu estilo de comunicação ou saber como blindar uma mensagem, de forma a evitar ser descontextualizado, são resultados de um media training profissional. Sentir-se tranquilo, confiante e bem preparado é essencial para ser percecionado como um líder de confiança. É assim que se sente?
Se o media training é feito com jornalistas no ativo e não especialistas, lembre-se que o off the record é um mito urbano. Um jornalista não é um especializado em media training. Ser dentista e cirurgião é a mesma coisa?

3. “Prepara-me para a crise que há-de chegar.”

Media training de crise foca-se em garantir que os líderes respondem de forma transparente, credível e a tempo, enquanto enfrentam pressão por parte dos media — imagine várias câmaras e jornalistas, por vezes, com perguntas difíceis e agressivas, todos em cima de si, à espera de diga mais do que é suposto. Só quando descobre a técnica que os presidentes norte-americanos têm usado nos últimos 30 anos, em situação de crise, é que compreende que as regras são para cumprir e que com treino, tudo passa.
 
Sabia que existem técnicas específicas de crise que o salvam da especulação mediática?

4. “Promovo a minha marca, empresarial e pessoal”

Os media trainers profissionais trabalham com os seus porta-vozes para os ajudar a organizar as histórias e a criar imagens visuais enquanto promovem as marcas. Sabia que o jornalista, mais depressa cita ‘aquela’ parte da entrevista, onde o orador conta uma boa história do que os sessenta minutos em que apresentou os seus excelentes números trimestrais? 
 
Descubra que história com significado, pode ser contado apenas em 23 segundos, numa sessão de Message Mapping and Story Doing.

5. “Construo confiança”.

É normalmente o mais difícil do orador conseguir a curto prazo, mas é o mais importante para qualquer líder. Os media e o público estão mais atentos àqueles que treinam a mensagem e conseguem transmiti-la de forma eficaz. Ambos procuram autenticidade e transparência, mas desconhecem que a autenticidade treina-se.
 
Se não acredita, leia isto: Já reparou que os nossos comportamentos se alteram em contextos de tensão e conflito? Parece que a nossa voz fica diferente, não é? O corpo fica mais rígido e não conseguimos ser tão naturais como habitualmente somos na empresa. Porque será?
 
Isto acontece porque, de facto, o contexto muda o nosso comportamento e a nossa comunicação.
 
Como uma entrevista é quase sempre um contexto de tensão, é fundamental treinar. Só assim irá conseguir voltar a ser ‘natural’.
 
Curioso, não é? Pensar que AFINAL, A AUTENTICIDADE TREINA-SE.
 
Quando quiser fazer melhor do que a sua concorrência, lembre-se: “Somos o que comunicamos”. Ambos sabemos isso.


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