À minha saudade mais branda, o engraçado, é que ela tem nome
Me recordo dos nossos encontros, desde da inesperabilidade do primeiro ao nervosismo que surgia nos encontros programados. Eu que já experimentei das mais diversas experiências, encontros e desencontros me senti vulnerável com a grandeza desse teu sorriso cálido.
Me pergunto o quão inacreditável pode ser a vida, o acaso e o tamanho desse sentimento repentino. Você me trouxe sensações tão bonitas, as cultivo comigo e peço que teu sorriso regue a cada novo dia o meu jardim, fazendo com que esse jardim, em meio ao caos cotidiano, floresça sob teus olhos castanhos.
A saudade que sinto é enorme, embora não seja grande o bastante para competir com a vontade de te ter aqui comigo.
A saudade sufoca, mas o futuro é meu oxigênio, e nele, a nossa respiração se alinha na valsa ofegante.
