Quando tudo soa tão perfeito que parece irreal. E é.

4:30 am

O despertador no celular, um gongo budista, toca no máximo 3 vezes. Desligo o alarme. Abro o aplicativo de email, procuro uma mensagem específica.

Tento lembrar o que sonhei algumas horas atrás. Escrevo no email e envio.

4:45 am

Lavo o rosto com água gelada, gosto da sensação. Tomo um copo d'água, ajusto o timer no celular e sento pra meditar.

5:45 am

Agradeço pela oportunidade de poder meditar. Desejo que os benefícios da minha prática se estendam a todos os seres, inclusive você.

Coloco água pra ferver, sintonizo uma rádio de jazz, pego 3 fatias de pão e coloco na frigideira, fogo baixo.


Recebeu o bom dia dos amigos, se achou indigno de tal agrado.

Num retrospecto rápido sua mente formou um insight: nunca faço nada por eles. Esse flash momentâneo pós bom dia passou a lhe atormentar.

Dia após dia, descobriu que sua vida era uma farsa. Era um sanguessuga de momentos, vivendo a alegria alheia. Apenas consumia, nunca proporcionava.

Esse lampejo acabou com sua paz. Logo ele, sempre tão bem resolvido, se enxergou refém de uma mera constatação.

Logo ele, que sempre agradeceu a Deus por ter tantos amigos, se sentiu em débito por nunca contribuir para o bem-estar daqueles que…


Aprendendo com uma startup

Existe um falso glamour por trás de startups. Em algum momento, trabalhar em uma startup se tornou algo cool.


De leigo para leigo, uma introdução.

Fonte: Splitshire.

Desconheço o motivo mas sempre quis meditar. Soava bacana a ideia de sentar numa posição infantil e ficar alguns minutos sem pensar em nada.

Como será que não se pensa em nada? Era o que eu sempre me perguntava.

Mesmo parecendo uma boa ideia, eu nunca havia tentado. Cada vez que eu sentava e tentava, soava ridículo e eu sequer fechava os olhos. Desistia e seguia a vida.

A cada carga de stress eu retomava: será que meditação ajuda nisso?

Meditação parecia ser algo pra limpar a mente, clarear as ideias. Quase como meus momentos pedalando ou jogando bola.

Comecei…


ou melhor, os benefícios de uma vida compartilhada.

Ou ainda: como tem sido minha vida no Fleety.

Meu histórico de vida compartilhada tem uns bons dois anos. Posso te dar exemplo de sharing pra tudo, de casa a roupa.

O que eu gostaria de contar: toda a experiência de compartilhar uma vida com os outros. O que as pessoas querem ouvir: quanto dinheiro ganhei e quantas gringas passaram pela minha mão.

Antes que eu comece um textão reclamando dessa visão que as pessoas têm, vou contar minha experiência com algo novo: carro. Exatamente do ponto de vista que as pessoas querem ouvir: grana.

Seis meses atrás fui convidado…


Uma linha de raciocínio do porquê estamos tão empacados.

Estive relendo um artigo no Designmodo sobre wireframe e prototipação quando me veio esse texto (parte eu cheguei a compartilhar por email no trabalho). Esse artigo do Designmodo é longo mas, sério, leiam. Traz pontos interessantes sobre a origem e futuro dos conceitos de Agile UX e Lean UX.

Lean UX é um dos pontos mais carentes(e críticos) do mercado atual. Na verdade temos quase nada, o que temos são equipes inteiras dedicadas à experiência do usuário que na verdade são fazedores de wireframes/layouts. Isso vai desde grandes agências até estúdios menores.


Capacete é só um detalhe quando falamos de um trânsito bike-friendly

Já estamos em outro milênio e ainda é comum pensar que o fluxo de veículos motorizado é o único uso possível das ruas, quando na verdade as ruas existem para comportar o fluxo e permanência das pessoas, independente do meio de transporte.

Justamente esse entendimento míope das ruas é o que contamina os corações e mentes da população urbana. Sejam pedestres, ciclistas e motoristas. Essa linha de pensamento aceita que os mais frágeis devem utilizar armaduras e se defender contra o fluxo motorizado em alta velocidade.

Dentro da defesa do status quo, estão também os próprios ciclistas, em especial os…


Aconteceu essa semana. No meio da madrugada.

Aconteceu essa semana.

Acordei no meio da noite ouvindo gritos de bebê e barulho de coisas sendo jogadas no chão. Era barulho de um bebê, brincando sozinho no meio da madrugada, dentro da minha casa.

É só um sonho, volta a dormir.

Teria feito isso, se os cachorros não tivessem descido as escadas correndo pra conferir o que era. Era o som nítido de uma criança brincando. Sozinha, na sala da minha casa.

Saio do quarto, olho pra escada e os cachorros estão na metade. Chorando e inseguros pra descer.

Ok meu amigo, agora fodeu.

Se os cachorros não…


Quando você vê uma pessoa que você ama morrendo, tem que aprender um pouco a morrer também.

Da incrível newsletter do Alessandro.

Guilherme Nagüeva

Síntese do excesso. Cha(lle)nger.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store