Meu buraco e o Rei

Fui frágil, frágil, frágil, 
Tão frágil que fiquei forte.

Temi, temi, temi, 
Tanto, que sei que não há morte.

Chorei, chorei, chorei, 
De tal maneira que aprendi a sorrir.

Não é sorte, é lei:
Quem mais fundo vai
Em seu próprio buraco,
Mais perto está, do Rei.

No dia do trabalho, apresento este poema que fala do trabalho espiritual, que é o trabalho de olhar para dentro e desenterrar os tesouros escondidos por detrás de nossas dores e medos. Tudo isso com muito carinho!

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