Zen To Done (ZTD): Tornando a vida mais produtiva
Quem está próximo de mim nos últimos anos tem acompanhado um certo esforço para me organizar. Um sentimento recorrente era — e algumas vezes ainda é — uma frustração, já que eu não conseguia me aprofundar o quanto eu queria em diversas coisas, ou até mesmo iniciativas que se perdiam sem eu sequer perceber.
Por isto, andei adotando (claro que após receber feedbacks e sugestões de diversas pessoas) coisas como bullet journal, tentei controlar objetivos com GQM, li o livro The Power of Habit e li superficialmente sobre GTD.
O que sempre foi estressante nestas diversas abordagens foi ganhar o hábito de um caminhão de novas práticas, parecia que eu tinha diversas coisas novas para tentar de uma vez só. Deliberadamente, o GTD eu vejo este problemas, um foco muito grande no gigantesco processo que sempre assustava quando eu lia algo sobre ou ao conversas com algumas pessoas. Talvez o The Power of Habit fosse evidentemente bom em me ajudar a desenvolver hábitos novos, mas é um livro que trata de uma assunto específico, e eu senti falta de um direcionamento mais claro de como aplicar no dia-a-dia.
Hoje eu li o #ZTD, e talvez ele fosse esta cola que eu precisava para tentar estruturar meus objetivos e produtividade — produtividade aqui não apenas no sentido trabalho, mas sim no sentido de ser efetivo em tudo o que eu gostaria de fazer. E o que ter me interessado mais pela abordagem #ZTD? É a insistência do autor em desenvolver e praticar apenas um hábito por vez.
O primeiro hábito sugerido a se desenvolver no #ZTD é o collect — que consiste basicamente de anotar tudo o que eu quero fazer, projetos, idéias, conversas, eventos, etc. Isto é, não deixar nada na minha cabeça, claro que além de anotar preciso fazer estas coisas. No próximo mês — dia 23/08 mais precisamente — a ideia é eu escrever aqui um pouco de como foi, e ainda falar para vocês como será desenvolver o segundo hábito, process.
