Eles deixam ela apenas com a memória de uma pessoa alegre, impulsiva, espirituosa. Ofereceram maconha para que isso tudo só melhorasse.

E ela ria, muito, cantava, patetava patética pela rua. Não percebia.

Eles olhavam, riam também, mas o riso era outro. Enquanto ela ri de alegria eles riem olhando pro próprio pau.

De repente, pega um de um lado, outro de outro, e eles puxam a boca dela, para ela sorrir mais. E ela ri. Ri bastante. Saltita de tanto rir. Eles, sadicos, puxam mais. a boca dela estava bem rasgada, ela não parava de rir.

Um riso de desespero.