Quero

É me livrar:
Da sua moda de não estar na moda
Da sua liberdade de não se libertar
Das suas contas a te escravizar
Das suas flores secas, por não amar
Das nossas verdades, que não irão a nenhum lugar
Dessa poesia, por nenhuma regra rumar
E ela jogarei ao vento, para nunca mais chorar