Vitória

Como cavalo campeão do Prêmio Brasil, galopava o ano 2000. Mal esfriava a ceia festiva, e o plebeu já era coroado como Momo nas festas populares.

Foi num dia com sabor das saudades, do tempo em que o que foi já não era mais, que uma nova jornada se iniciou. Caminhada surreal em que a Liberdade da mente, ainda obnubilada pelas verdades enxertadas nas miragens, compensava a prisão física em que o corpo se encontrava.

4 letras que definiam os sublimes laços entre a vida e a morte: COMA. E dançando neste penhasco, acordei. A disciplina é o motor incansável do trabalho, e com este concreto pavimenta-se a ponte para a prosperidade.

Não se trata do sucesso material, esta sereia fantasiosa que esconde em seu âmago a ruína da avareza, mas a vitória emocional, uma superação inigualável plasmada em pequenos sorrisos, que, de prosaicidade cotidiana, vão às raias dos trabalhos hercúleos.

A plena gratidão por toda a colaboração nesta aventura é a pedra angular da continuidade: os lamentos não devem congelar a ação e o Progresso, afinal, o combate ao despotismo, à ignorância, aos preconceitos e aos erros constituem a senda da vida.

Glória à Verdade e à Justiça: é para isso que acordamos!