DEPRESSÃO TEM CURA?

Cura da Depressão por Meio de Diálogo?

Uma vez diagnosticada (POR UM MÉDICO) a depressão intensa, um tipo de tratamento recomendado é a psicoterapia ou a “terapia de diálogo”. Visto que a pessoa deprimida tem em geral idéias muito confusas, muitos foram ajudados através de diálogos com um terapeuta. Especialistas neste campo podem incluir psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros com treinamento especializado. Entretanto, alguns foram ajudados falando com amigos e familiares muito amorosos .

Armand DiMele, diretor do Centro de Psicoterapia, dos E.U.A., comenta: “A pessoa deprimida protege-se fechando a mente e o corpo e não permitindo nenhum estímulo. Por exemplo, quando alguém sofre uma perda, tal como na morte, pode ficar deprimido ao invés de enfrentar a perda.” A tarefa do conselheiro é ajudar o sofredor a não desistir da vida. DiMele continua: “Se o terapeuta que se senta com ele puder realmente instruí-lo e dizer-lhe o que esperar quanto às sensações em seu organismo, então a pessoa compreende gradativamente que pode fazer face à emoção, e a depressão desaparece.”

Sentimentos ocultos, como a ira, o ressentimento e o sentimento de culpa, têm desencadeado a depressão. Por exemplo, um psicólogo do Departamento de Saúde Mental do Estado de Nova Iorque EUA tratou uma mulher de 58 anos que sofria de depressão grave. Ela achava que Deus a havia abandonado e que todos estavam contra ela. Quando este especialista, que tinha 20 anos de experiência, começou a falar com ela de modo bondoso cada semana, ele notou que nas conversações sobre sua família ela nunca mencionava a mãe, com quem estava morando. Ele sondou. Com o tempo, ela revelou que achava que sua mãe, por causa de negligência, era responsável pela morte recente de seu pai a quem tanto amava. Aos poucos, o conselheiro a ajudou a vencer esse ressentimento, e sua depressão desapareceu.

Visto que o sentimento de culpa é com freqüência um grande sintoma da depressão, os psicólogos procuram eliminá-lo junto com os sentimentos de desvalorização própria do paciente. Certa senhora ficou gravemente deprimida quando sua filha se tornou rebelde. “Eu nunca fui realmente uma mãe adequada, não é?” disse ela chorando ao psiquiatra. “É por isso que ela foi para um caminho errado.” O médico a ajudou a ver todo o bem que ela fizera pela criança desde seu nascimento. Então, desapareceu o sentimento de culpa — também a depressão dela.

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