Ah, o Rio!

De todos os belos lugares, sorrisos de alegria e, ainda, de todas as energias boas e positivas, o Rio, com certeza tem tudo isso de sobra, tudo que é preciso para viver de forma harmoniosa e feliz.

Sentar na areia branca e admirar as ondas quebrando, o sol iluminado bronzear as lindas mulheres que essa cidade possui é o mínimo que se pode fazer nessa cidade, como todos dizem, MARAVILHOSA.

A energia que o Rio possui é impressionante, deixa qualquer um arrepiado. O vento possui uma carga extra de positividade, que provavelmente, não deve ser encontrado em nenhum lugar do mundo.

O que dizer sobre as pessoas dessa cidade? Sem adjetivos pra descrevê-las. O calor humano é admirável, como muitos nunca viram e nem verão nessa vida. Difícil falar sobre isso. Até Carlos Drummond de Andrade, que vive pensativo e vendo todos passarem e o admirarem, ficaria sem palavras pra explicar.

Ouvi, esses dias: “Carioca tem vocação pra ser feliz”, mas vamos deixar claro, quem não seria feliz num paraíso, que Deus insistiu em colocar o nome de cidade. Falando em Deus, que coisa bela que é acordar todos os dias, mas em especial numa segunda, e ver o filho do Cara, de braços abertos como se tivesse falando: “Vai lá champz, faz seu nome, e se algo der errado, pelo menos um abraço meu está garantido.”

Fiquei me perguntando porque na minha cidade não tem uma sexta-feira que nem aquela, única que eu passei lá? Achei uma resposta que me confortou: “O RIO, MEU CARO, É UM LUGAR EM QUE TODOS ESTÃO DE FÉRIAS TODOS OS FINAIS DE SEMANA, OS OUTROS LUGARES NÃO SÃO ASSIM”

Lá, você não se sente em casa, você está no Rio, simples assim. Um italiano, em São Paulo, esta em casa dependendo do lugar onde for, o argentino, o japonês e o alemão, idem. Ou você é carioca ou você vira carioca, por pouco tempo, mas vira.

Chame o garçom de irmão, o vendedor de mate, de parceiro, o guri de 10 anos, de mulheque (com essa pronúncia). E assim, ache que você esta em casa, mas como já disse, não, você está no Rio, e você vai perceber isso quando sair de lá.

Tudo isso é mágico, o pôr-do-sol (e o nascer também) cinematográfico, o futevôlei, o vôlei de areia e o beach-tennis no fim da tarde, todos os dias, religiosamente.

E pra encerrar, vou escrever aqui o que ouvi de um carioca que nasceu em São Paulo e foi morar no Rio: “A vida não tem que ser profissional. Tem que ser gostosa. E de gostosa, convenhamos, o Rio tá cheio.”

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