
“Sobre um pivete que mudou meu dia”
Fui abordado por um moleque com um pack de balas.
“Tio, tem um trocado pra comprar uma bala?
Não tenho “trocados” — eu disse.
Eu preciso comprar um casaco, tá frio! E hoje tá fraco não vendi nada!
Pow! Foi tipo abra- te Sésamo.
Fomos papear, Gustavão (13) mora em Vicente de Carvalho — Guarujá, trabalha desde os 10 anos vendendo balas.
Perguntei, cade seu sapato?
Não tenho tio, mas óh! Ajudo minha mãe e meus 4 irmãos. Comprei fogão e geladeira em casa.
Insisti e perguntei, nem um casaco você tem Gu? Ele me olhou e disse: tenho um velhinho, mas se usar tio, ninguém compra”
Tá, moleque…me ganhou — pensei.
E lá fomos nós procurar o tal casaco…. calça…sapatos.
Impressionante, foi ele me interromper e dizer: tio, acho que a outra loja é mais barata.
Estou escolhendo muito tio?
E lá na fila do caixa, quebrando o transe do silêncio e gratidão ele diz, sem ser questionado:
“Tio, ainda vou fazer isto por alguém, só que bem mais.”
O olhei bem nos olhos e falei:
O piveteee!
Você pode vender mais por dois motivos:
1- ser um coitadinho.
2 — ser incrívelmente educado, limpinho, bonitão e bom vendedor.
O esforço é o mesmo, o que muda são os.resultados.
Ele prometeu testar!
Encerro com as belas palavras de Mano Brown.
Independente, a minha fiz tirei um sorriso ingênuo fiquei um terço feliz.
Sawabona Shikoba!
#teencontronotopo
Rodrigo Hernandes
Apaixonado por GENTE e NEGÓCIOS
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