Cai chuva, faz frio, é noite, é insônia.

Olhava o smartphone mas não tinha muita novidade, nada muito novo, só um equivoco de uma mensagem distante, um sentimento distante, cultivado a muitos anos, mas que não possuia muitas respostas.

O dia seguinte era dia de trabalho, mas a dor no corpo perdurava muito. A falta de perspectiva também. É difícil no imaginário lidar com o sonho, e planificar na vida real. Fazer esse sonho se transformar em reais. Dinheiro não é tudo, mas é de um todo necessário. Era o jogo.

Qual seria a diferença entre a noite chuvosa cansativa e a vespera do amanhecer exaustivo? O que é o que é? Momento de calmaria ou de tensão?

Ansiedade por um dia novo, mudanças e algum tipo de acidente qualquer que possa mudar todo o resto do caminho. Ao invés de sempre ser o mesmo caminho automático, velocidade constante, formando:

“Inércia”

Se movimentado do mesmo jeito, criamos um ciclo de repetições, e assim lá no fundo permanecemos parados, desligados. Esperando o caos colorir nossas vidas com problemas.

O relógio não andava. Era teimoso também. Se tornou complicado conviver com o momento em que não é mais noite ou dia. É só um momento em que esse momento gostaria de se tornar “o momento”.

Vira para um lado, ou para o outro. Uma resposta automatica do corretor, ele poderia falar tudo por você, erros que precisam de muita correção. Corretor ortográfico na palma das mãos, corretor bibliográfico onde será que se encontra?

Só mais uma dúvida…

O mundo é tão grande, porque se prender a uma noite tão pequena?

A um silêncio tão peculiar.

Tão frágil.

Existe vida fora da nossa bolha, mas qual é o caminho?

Não se sabe…

Mas tudo, vai passar.

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