Mande o presidente Bolsonaro à Merda!
Segundona-bolatinaona. Bom dia seus putos! Nossa, hoje parece que fui atropelado, mas só trabalhei ontem mesmo. Umas 12 horas, talvez mais ou talvez menos. Só sei que na volta falamos do escroto do nosso atual presidente, que estou tentando não falar seu nome no meu texto pra não deixar feio. Lembrei até que ontem comentamos que quando ele abre a boca o país inteiro cheira morte e merda. Eu tinha um poema, que se não me engano, era assim:
“ É a coca-cola
da cocaína que vicia,
assim como é a puta
da santa que glorifica
e a santa da puta
que deprava.
Para tudo isso,
é o vá à merda
o novo
vá com deus.”
Hoje, tentando não sentir nojo, aversão e ódio- que não deu certo, relembrei dele. E faz um imerso sentido, não que antes não fizesse, mas agora, acrescenta o desgosto do vá à merda. Hoje, para quem não quiser saber, é segunda, como já escrito ali em cima, e estou deitado com dor nas pernas pensando no que vou escrever. E minha cabeça parece um vácuo, boiando ideias que não sei se quero por no papel, e com isso também posso dizer que tenho sentido melhor e mais profundo a vivência de escritor. Sim, eu sou. Isso parece bobo, mas num mundo onde é raridade, ou melhor, num país que é raridade encontrar um, me sinto com uma presença de raridade. Existem, sim, muitos escritores, mas cadê eles vendendo seus poemas na rua, fora das universidades? Fiquei feliz, por me sentir diferente, mas isso não é nada demais, por que o inferno está comendo solto no Brasil. Ah, verdade, quero contar para vocês que melhorei da semana passada, e consegui enfrentar as dificuldades que surgiram naquela semana — ou seja, autossabotagens que fodem com a venda de poesia, com a venda ambulante e com minha própria vida. O que aconteceu foi que escolhi alguns gatilhos para me orientar. Talvez uma PNL forçada, ou um mindset, sei lá, só sei que escolhi coisas que me davam força, aliás, no texto anterior comento uma música delas. E deu certo, meio que voltei à minha própria orientação. E agora estudo finanças pessoais, que preciso ser sincero: Tenho nada, sem gastos, nem despesas. Por que separo minhas finanças pessoais das finanças da venda de livros. E a Barnabé tem dinheiro, mas eu não. Um dia, quando finalmente sair desse buraco, terei dinheiro. Pra não mentir, tenho um pouco sim, mas nada demais não. Vivo com menos de 400 conto por mês, acho. (Só para saber, não me importo de dizer isso por aqui. — é uma verdade, sou pobre.) E aí que de novo tenho vontade de mandar o presidente à Merda! Bolsonaro vá à merda.
É culpa dele? Não, em parte é, mas o positivismo (kkkk) do mundo, o espiritualismo evoluído, diz que somos responsáveis totalmente pelas nossas próprias merdas. Então, culpo à mim mesmo e também me livro da culpa de mim mesmo, por que não dá mais pra se afundar com nosso própria culpa quando um país inteiro está em chamas.
Acho que tenho feito uns textos bem bostas, mas a verdade é que não tinha certeza ainda dessa dificuldade de escrever todos os dias num blog.
