Moço,
:
O senhor encontrou minhas palavras e cuidou delas? Assim, de graça?!
:
É verdade que o senhor gosta delas? Elas estão bem crescidas e vivas aí? Se gostou tanto delas, acho que pode ficar. Eu não sei bem, mas talvez o senhor mande umas novas palavras suas para me ocupar aqui.
:
O senhor sabe que eu me acostumei com o silêncio? Não me incomodava mais o vazio porque eu tinha esperança que minhas palavras tivessem servido para alguém. Que elas talvez tivessem provocado pelo menos um riso.
:
Eu não conheço o senhor, mas fico muito comovida de saber da sua consideração por elas. Aquece a alma saber da valia que elas têm pra você. Eu posso te chamar de você?
:
Não precisa mesmo devolver nada não. Elas estão mesmo amadurecidas? Elas encaram a vida? Elas sabem entram em corações sem machucar?
:
É, vai ver que, na verdade, elas já eram suas mesmo.
😘
ALERTA: esta página não passa de um palavreado solto, um conteúdo digital desabafístico. Tal conteúdo não é, não pretende ser e NUNCA será literatura de verdade. (Onde queres Buarque, sou Teló. É triste, eu sei).