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Legal, não há de quê! O follow-up, a princípio, não tenho a intenção de traduzir, por achar que ele é menos “universal”, por assim dizer, do que o primeiro, ao trazer um recorte mais pessoal da experiência da Bailey e dialogar com questionamentos e críticas encaminhados diretamente a ela — embora traga, também, mais pontuações sobre as questões tratadas no primeiro. Talvez eu até me interesse em fazer em algum momento quando sobrar um tempo, mas a priori não está nos meus planos!

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