A dentadura, essa velha amiga

Perder todos os dentes, superiores e/ou inferiores, não deve ser fácil. Compreender o que significa essa perda para os nossos pacientes é de fundamental importância para que possamos planejar a melhor maneira de devolver-lhes, pelo menos parcialmente, a mastigação, a estética facial, a respiração, a deglutição.

Sim, porque quando alguém perde todos os seus dentes há uma diminuição na altura da boca. Simples de imaginar: perde-se a altura dos dentes superiores e inferiores, já que as gengivas se encostam. Com essa diminuição da altura os músculos trabalham de forma diferente, ocasionando uma maior dificuldade para mastigar e engolir, e em alguns casos, para respirar.

A substituição total dos dentes até bem pouco tempo só tinha como alternativa a prótese total removível, carinhosamente chamada de dentadura. Ela é uma placa de acrílico, feita sobre uma cópia fiel da boca, com os dentes presos a ela na posição ideal para cada pessoa.

Uma dentadura precisa ser feita dentro de critérios rígidos estabelecidos para ela. Erra quem pensa que é só moldar e mandar fazer. São muitos os fatores a serem considerados para que o resultado seja o melhor possível.

Por que falar em dentaduras quando hoje temos os implantes e as próteses totais fixadas a eles? Porque muitas pessoas não têm indicação de implantes dentários e precisaram ser reabilitadas com a nossa velha amiga dentadura.