O amor não é para os fracos

“O amor é o que fica depois do cansaço,

Amor é o que fica depois de ir embora

Se o amor ficou depois de tudo, não finja que ele não é nada.”

Li Amizade também é amor e fiquei encantada pela obra de Fabricio Carpinejar. Premiadíssimo na prosa e na poesia, mas também pop e global.

Está em turnê com a peça O amor não é para os fracos. Em São Paulo, o Teatro o Frei Caneca me cobrou módicos R$30, que paguei desconfiada – quem tem sucesso em vida e ganha dinheiro pode ser bom autor? Ou não passa de um picareta da literatura?

Se tenho minhas dúvidas sobre o amor, ainda acredito na Arte. Em 1h30 de monólogo, o poeta nos brinda com texto enxuto, preciso, rápido, feito sob medida para mulheres – sua maior audiência – mas tira boas gargalhadas dos maridos e namorados.

Rir é muito bom; digo além, é um como colocar um emplasto em uma área dolorida, se não cura, ao menos dá um alívio enorme e permite seguir.

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