JAZZ
UMA ERA DO OURO
Se houve uma música que marcou os anos 20, 30 e 40 em todo o mundo, esta foi, definitivamente, o som das chamadas Big Bands. As grandes orquestras comandaram o ritmo em centenas de salões de bailes de todo o planeta, consagraram junto ao grande público uma música nascida nos guetos negros norte-americanos no final do século XIX e proporcionaram a centenas de artistas suas primeiras experiências profissionais. Dos palcos dos grandes clubes e dos shows das rádios nasceram estrelas como Duke Ellington, Glenn Miller, Bemny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw e Frank Sinatra — estrelas maiores de uma época de ouro do jazz, conhecida como a era do swing.
A história das big-bands pode começar a ser contada no final do século XIX, quando negros norte-americanos descendentes de escravos criaram o ragtime — mistura de música primitiva, hinos religiosos, marchas militares e até um pouco da estrutura rítmica de ritmos europeus, como a valsa. O jazz nasceria desta fusão de estilos e começaria a ser difundido com as primeiras orquestras de rua criadas em cidades como Nova Orleans, Menphis e Saint Louis. No início do século seguinte, a procura por trabalho levaria estas orquestras a outras grandes cidades e aos salões de bailes dos hotéis.
O Jazz era a música oficial dos soldados no front, a felicidade nos momentos de pausa entre um combate e outro, o ritmo da saudade dos que ficaram, a inspiração para os adolescentes, a trilha-sonora dos namorados. Hollywood logo percebeu o potencial do gênero, que não tardou a aparecer em 90% dos filmes produzidos na época.
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