FRIDA

Frida Kahlo foi umas das mais importantes pintoras mexicanas do século XX que a despeito de ter tido uma vida muito conturbada, destacou-se por ser uma artista singular, dona de um espírito revolucionário.

Única e intensa, Frida Kahlo pode ser considerada uma mulher a frente de seu tempo e cheia de vida — mesmo com todas as dificuldades que precisou enfrentar, desde doenças a traições — e se tornou, ao longo dos anos e até depois de sua morte, um ícone das artes e do universo feminino.

Única e intensa, Frida Kahlo pode ser considerada uma mulher a frente de seu tempo e cheia de vida — mesmo com todas as dificuldades que precisou enfrentar, desde doenças a traições — e se tornou, ao longo dos anos e até depois de sua morte, um ícone das artes e do universo feminino.

Em cartaz no MON (Museu Oscar Niemeyer), em Curitiba, a exposição “Frida Kahlo — As suas fotografias” reúne com exclusividade 240 fotos que revelam a intimidade da artista — desde a família, o fascínio por Diego Rivera, seu grande amor, até a luta política e a arte — revestida pela paixão pela vida. A exposição fica em cartaz até novembro e a entrada custa R$ 6.

O acervo contêm fotos tiradas pela própria Frida, parentes e amigos fotógrafos, e reflete os interesses que a pintora teve desde sua infância e ao longo da vida. Se o que você está precisando é de uma ‘pitadinha’ de inspiração para seguir em frente ou apenas visitar a exposição, que tal conhecer um pouco mais sobre a vida — incrível — de Frida, que prometem fazer você se apaixonar por ela?

A inspiração de Frida para suas pinturas e fotografias, vieram de suas angústias e dificuldades em lidar com sua própria condição. Quando criança, Frida contraiu poliomielite que deixou uma lesão no seu pé esquerdo, e ganhou o apelido de ‘Frida perna de pau’. Mais tarde, em 1925, a artista sofreu um acidente em que teve múltiplas fraturas e precisou fazer 35 cirurgias. Foi nesse período, em que ficou presa à sua cama e com problemas na coluna, que começou a pintar e retratar suas angústias e frustrações em suas criações. A biógrafa Hayden Herrera, no livro “Frida — A Biografia”, cita uma fala da artista que demonstra a vontade de viver.

Cheias de cores e ricas em elementos florais, as roupas de Frida Kahlo viraram tendência e ícones de estilo e até ganharam exposição e livro só para elas. Enquanto, na verdade, sua autenticidade era uma forma de esconder suas deficiências provocadas pelo acidente, em 1925, e pela poliomielite que teve quando pequena, que deixou sequelas em seu pé esquerdo. Seus sapatos, inclusive, eram adaptados exclusivamente para ela, com um salto maior do que o outro para nivelar sua altura. Seus ‘corpetes’, na verdade, eram coletes ortopédicos.

Na maioria de suas obras, Frida se autorretratou: as angústias, as vivências, os medos e principalmente o amor incondicional que sentia pelo marido, o pintor e muralista mexicano mais importante do século 20 Diego Rivera, com quem se casou em 1929. Mesmo com uma relação complicada enquanto casal e rodeada de traições de ambas as partes, foi ele que ajudou Frida a revelar-se como artista.

Em 2012, A Vogue México deixou de lado as modelos para sua capa de novembro e estampou a publicação com ninguém menos que a pintora Frida Kahlo (1907–1954). Quase 60 anos após a morte da artista mexicana, com imagem feita pelo fotógrafo Nickolas Muray, Frida estampa pela primeira vez a capa de uma revista de moda.

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