Já chega

Não, meu caro leitor, não me refiro à exclamação referente ao término de algo. Me refiro à esperança de que minha ansiedade será suprimida, visto que há algo que quero que chegue logo, e que o tempo está colaborando para que não se demore.

É engraçado, até, observar que quanto mais rápido o tempo passa, a saudade cresce em paralelo a isso. São incontáveis os dias que demoro a dormir, me pegando pensando em tudo o que quero fazer, na companhia do meu amor, numa vida completamente nova e cheia de potencial… Chego a querer dormir por mais de um mês, com o propósito de acordar no dia D, tão alegremente aguardado.

Este texto, inclusive, é uma ode à pressa, à ansiedade, à vontade, ao querer. São tantos os pontos que desejo, e todos eles envolvem apenas uma pessoa, uma mulher, que tem diversas facetas por ser mais do que uma noiva. Se caracteriza como minha namorada, minha amante, minha amiga e, acima de tudo, a minha parceira.

Esta é uma ode à espera, tão dolorosa e impiedosa, que eu encaro de peito aberto por saber que vale a pena esperar, que vencer a distância e tempo será recompensado com grandes momentos (estes que durarão por toda a vida).

Acima de tudo, esta é uma ode ao amor, que me manteve vivo, feliz, acordado, durante quase um ano e três meses, e que ainda me conquista todos os dias como se fosse o primeiro, o início da jornada.

Escrevo, justamente, pra trazer todo esse sentimento à toda. Para exaltar esta mulher, deusa, musa, que já chega, tão serena quanto a neblina, e ainda assim tão forte quanto o impacto de um meteoro, mudando todo o status quo de um ecossistema inteiro.

Já chega a minha inspiração, que mesmo me aturando tanto, está ali pra me ouvir, me fazer rir, e se permitir rir, chorar, desabafar, confiar.

Já chega o meu ode à Suzana, minha obra prima, que perdurará por toda a história.

Já chega nós.