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Esse não é mais um daqueles textos que dá prazer em escrever.

Na verdade, eu esperava que não fosse necessário escrevê-lo.

Meu desejo é que tudo fosse diferente e as relações fossem sólidas e saudáveis.

Mas, elas não são.

São mutáveis.

São contagiosas.

O tempo.

Todo.

E aí você tem que lidar com pessoas que não sabem lidar com si mesmo.

E aí você não sabe lidar com si mesmo.

E aí vocês não sabem conviver com o próximo.

Falta transparência.

Falta empatia.

Falta demonstração.

Falta empenho.

Falta querer melhorar.

As vezes penso que o rumo das coisas mudaram.

E não é sobre aquele mesmo papo de sempre sobre a “Cultura do Desinteresse”.

Particularmente, acho que é bem mais que isso.

Mais profundo.

Pior.

Quando você “paga” de desinteressado por achar que se trata de uma “competição”, você só está ferindo uma pessoa: você mesmo.

Você não se desenvolve ou amadurece com isso.

Você não é melhor com isso.

Na real, você só deixa de conhecer a melhor parte de ti.

E dos outros.

Não é errado demonstrar.

Não é errado sentir.

Não é errado magoar.

Não é errado magoar-se.

São experiências.

Necessárias.

O erro é você só agir esperando que o outro aja também.

É fazer o que é certo pra você só se o outro lado fizer também.

Pare.

A vida é entrega.

Entregue-se.

Permita-se errar.

Permita-se superar seu orgulho, seu ego.

Deixe de demonstrar desinteresse…

Para si mesmo.

A maior virtude da vida é evoluir.

Aprender.

Absorver.

E para isso a gente não precisa esperar atitudes de outros.

A gente só precisa da gente.

Tem uma citação que diz:

“Happiness is only real when shared”.

Se eu fosse você, acreditaria.

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