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Rodrigo, li novamente cada um dos textos mencionados e acho eles excelentes, dignos de novas reflexões. Inclusive, desta vez acabei comentando em ambos.

Sobre o problema do qual você diz, creio que seja uma consequência natural do próprio uso do momento mori. A noção do niilismo é uma cilada que vem junto. Por isso acredito que, mesmo sublimando a consciência do absurdo, é preciso transformar o niilismo em necessidade de engajar-se, de fazer escolhas, de querer, mesmo diante do nada, criar destinos.

Espero que sua vontade de escrever por aqui nunca passe. Mas, se infelizmente acontecesse, escreveria outros textos e argumentaria muito mais sobre este assunto só para te convencer de que seria uma pena.

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