Carta ao desânimo

Eu não sei se sei lidar, mas tenho uma relação confusa com o fim das coisas. Nunca encaro como algo totalmente ruim. Sempre vejo o que há por trás da poeira que se animou em meio a tantos destroços. Mas esses mesmos destroços corroem, ferem, estragam toda uma construção.

Mas jamais atente-se aos escombros. Procure naquilo o que resistiu ao caos e permaneceu intacto. Há sempre o que aproveitar e o que se lembrar de bom…

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Bruno’s story.