Olhaí os bandidos em quem “não” vamos mais votar
Pilhas de dinheiro em cédulas de 50 e 100. Bolsos, sacolas e mochilas para acomodar as propinas. Um dos políticos corruptos no “genuflexório” onde eram distribuídos os pacotões de reais, era o prefeito de Cuiabá. Havia também no ansioso batalhão de representantes do ingênuo povo brasileiro, outros prefeitos, deputados estaduais e federais. Via-se, ali, um espetáculo degradante para qualquer cidadão, mais ainda para um país ostentando uma das mais robustas economias do planeta terra. Caminhamos para lugar de destaque no livro dos recordes: recorde de decadência moral e ética. Nossos chamados homens públicos, aqueles eleitos pelos cidadãos para cuidar de suas vidas, a cada novo dia vão caindo na sarjeta; vão se tornando, um a um, marginais incorrigíveis, ladrões do patrimônio coletivo.
Tem nem graça mais falar de suborno, propina, toco, porque esses lances se tornaram ostensivos e se multiplicaram; subiram à ionosfera.
Então, caríssimos sofredores, vítimas da política escrachada que se pratica no Brasil. Ainda há tempo de reagir. E terá que ser em 2018. O trabalho de chutar a bunda e os docinhos desses caras “que já são”, que têm mandato, começou com a proposta Nova Democracia. Os grupos que se engajaram no grande movimento de mudança, de dizer não às bancadas sectárias e fisiologistas — ruralista, da bala, da bola, da contravenção — cuidam de escolher novas pessoas, sérias, preparadas para serem nossas lideranças.
É tudo muito simples, fácil de assimilar. Se não dermos agora um freio de arrumação, rejeitando os fisiologistas e outros tipos de aventureiros, afundarem os de vez no banco de areia movediça em que estamos atolados.
À ação, gente! Usemos as eficientes armas que a internet nos oferece. Hoje, agora, todos os dias, em todas as horas. Sem muita prosopopéia, sem churumelas. Com clareza e objetividade. A palavra de ordem, para acabar a desordem é: “não vote em quem já é".