Building the foundations of VTEX’s identity.

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Disclaimer: maybe this article makes more sense if you already know VTEX.

We usually have to start explaining what we do, but this is (or should be) available on our website and brandbook. Anyway, even within this group of people who already know us, there are many levels of insight about the company.

There is the group of people that have never heard of VTEX, this is the first time. There’s also the group of people who attended one of our events, the group that has been to more than 4 VTEX Days… And don’t forget the VTEX team! …


Construindo as bases de identidade da VTEX

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Aviso: Talvez esse texto faça mais sentido para quem já conhece a VTEX.

Normalmente a gente sempre tem que começar respondendo o que fazemos, mas isso já dá (ou deveria dar) pra entender olhando o site e o brandbook. De toda forma, mesmo nesse grupo de quem já conhece tem vários níveis de conhecimento sobre a empresa.

Tem um grupo de pessoas que nunca ouviu falar na VTEX antes, essa é a primeira vez. Aí tem o grupo de pessoas que já foi em algum evento da VTEX, o grupo que já foi no VTEX Day mais de 4 vezes… Tem também a galera da VTEX! …


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Seja no debate, seja na cerveja.

Não é novidade nenhuma que o Rio de Janeiro, apesar das suas mil maravilhas, é uma cidade complicada. Para quem organiza eventos então, é quase um pesadelo. Cariocas não sabem chegar na hora, dão “going” em 5 eventos simultâneos no facebook isso sem falar no clássico “vamos marcar”.

Desde que comecei a organizar o CreativeMornings Rio há pouco mais de um ano, enfrento esse desafio mensalmente. E olha que o evento rola de manhã cedo, hora totalmente fora de cogitação para grande parte dos habitantes da cidade maravilhosa. Acordar cedo para ir a um evento? Pô, vamos marcar...

Apesar dos pesares, ouço com bastante frequência pessoas reclamando que “o Rio é muito parado”, que “nada dura muito tempo”, que “nada acontece”, que “não tem nada novo rolando” e por aí vai… A comunidade criativa então “não se reúne”, “não debate”, “não se organiza”, “não se ajuda”. Parece um caos. …


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E acho que você também deveria parar.

O texto acabou saindo maior do que eu esperava então segue um resuminho se bater aquela preguiça de ler até o final — TL;DR:

Garrafas long neck não são reutilizáveis, quebram fácil, geram uma quantidade enorme de lixo problemático para cooperativas, podem machucar pessoas se descartadas com descuido e, de quebra, não apresentam nenhum benefício real para quem só quer uma cervejinha gelada. Ah: e o gosto é o mesmo que o da latinha — que gela mais rápido.

Meu deus, agora que escrevi esse texto não consigo pensar em nenhum motivo para escolher a long neck. Acho que tunelei. …


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I know it’s cliché, but it’s Bolt! ❤ | Credits: The Japan Times

What you need to start using OKR

Companies of all sizes and segments share the same challenges when trying to define and track performance metrics. Everyone wants to know if they’re doing good or bad and, most importantly: how. Even those that already know what to measure, often get lost on how to do it. It’s not an easy task to colect, compile and interpret metrics while building a disruptive product.

Here at VTEX we work in independent teams: each team has ownership of a different product and chooses their own methodologies, technologies and road-maps. We have discussed a lot about the pull between unifying versus keeping this extreme independence. …


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Eu sei que é clichê, mas é o Bolt! ❤ | Créditos: The Japan Times

O que você precisa para começar a usar OKR

Empresas de todos os tamanhos e segmentos compartilham a mesma dificuldade: definir e acompanhar métricas de performance. O que faz isso ser difícil é que nem sempre é tão óbvio quanto parece — fora que depois de começar um projeto, a dificuldade só aumenta.

O fato é que todo mundo quer saber se está indo bem (ou mal) e, mais importante, o quanto. Mesmo quem já tem clareza do que medir, costuma bater cabeça em como fazê-lo. Não é tarefa fácil coletar, compilar e interpretar métricas.

Aqui na VTEX a gente trabalha com times independentes, cada um cuidando de um produto diferente, com suas próprias metodologias, tecnologias e road-maps. Já discutimos muito se valeria a pena unificar ou manter essa independência extrema: não para burocratizar, mas sim dar visibilidade aos avanços de cada time e fazer da transparência uma espécie de “prestação de contas” natural. …


Um misto de sobrevivência e detox.

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“Como assim você não tem celular?”. Com essa frase, todas as pessoas da mesa viraram pra mim imediatamente — seus olhares atônitos. Não me surpreendi tanto, pois já fazia mais de um mês e essa reação era a mais comum em qualquer pessoa que ficasse sabendo.

Em 9 de Outubro de 2015 o meu celular parou de funcionar por causa de um mal contato no plug do carregador, dentro do aparelho. Isso logo após ter um modelo novinho roubado (que tinha sido comprado há menos de 4 meses). …


Keynotes e conclusão.

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Os dois últimos dias do evento foram num campus universitário maior e um pouco mais distante da área central da cidade. O que acabou sendo uma excelente escolha, pois havia um auditório enorme para os keynotes e uma área externa onde ocorreram os coffee breaks. Muito mais agradável do que nos primeiros dias — tanto o auditório quanto essa área externa:

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Com relação aos conteúdos, a grande maioria dos speakers foi incrível. Compartilho a seguir momentos de dois talks que achei bem interessantes (espero que todos sejam disponibilizados online depois).

Being Integral: Developing You

por Whitney Hess

A Whitney é coach, escritora e speaker e veio ao ISA falar sobre inteligência emocional, mindfulness e qual o papel deles na relação entre nós e o nosso trabalho. …


Introdução e primeiros dias.

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Este ano a equipe de design da VTEX foi ao Interaction South America (ISA). Pra quem não sabe, o ISA é o evento mais importante de Design de Interação e Experiência do Usuário da América do Sul. Com sua programação itinerante, o evento já passou por algumas cidades brasileiras e no ano passado cruzou a fronteira para a Argentina. Esse ano o ISA aconteceu em Córdoba — na Argentina — cidade que nossa equipe de UX teve o prazer de chamar de casa por alguns dias.

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Na Argentina o “v” tem um som muito parecido com o “b”. Mas em português o nome é com “b” mesmo.

Preparação

Parece muito intimidador ir para “o evento mais importante do continente” em seu campo de atuação… não só parece, como é — ainda mais para mim que sou um novato na área de UX. …


Achei adequado usar um título sensacionalista para esse post.

Há um ano, ouvi falar de um livro chamado “4 horas para o corpo” e, na mesma semana, esbarrei com ele numa visita à livraria. Nunca fui de me preocupar com muito estética, nunca fui à uma academia (embora sempre tenha praticado esportes) e nunca havia feito uma dieta, mas algo me chamou a atenção neste livro.

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Resolvi dá-lo de presente à minha ex-namorada — que odiou, por sinal (acho que ela encarou como uma indireta). Tentei incentivar, mas no final só eu li.

Ele trata de diversos assuntos relacionados ao nosso corpo, como o próprio subtítulo diz, é “um guia pouco convencional para perder gordura depressa, ter uma vida sexual incrível e se tornar um super humano”. Não se iluda, o que me chamou atenção foi o “pouco convencional”. …

About

Bernardo Lemgruber

Brand and Culture at VTEX & Host at CreativeMornings Rio.

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