Jul 30, 2017 · 1 min read
Trinta de julho
Dois passos hesitantes
O infinito se abre a seus pés
Claro cardinal dos corais que aqui se apresentam
Elektra, torpor, corpos, impossibilidades
O mundo não se faz como quero, se faz como é
É o sentir e o desabar por sobre si mesmo
Cantilena do podre da existência
Tecnologias das possibilidades
Alma do ser, ser das torturas auto impostas
Fede, desaba e persiste
Olha para os limites, sente um incompreensível, vê o que escuta
Quer continuar, querem que pare
Mal estar da carne
Respirar é parte, espiral de horror
Tela que brilha, luz que permite
Parede que limita e sintoniza
Mas que fim se quer dar a tudo isso
Não acaba agora. Acabe, por favor, em breve.
