Espero que joguem as flores do teu vestido no meu funeral

O passar do tempo trás o fardo de remediar o ato de encontrar alguém para lamber o mais profano ao mais dócil da tua alma.

Não há como negar, tem sido tempos estranhos.

Prólogo 1 - Decálago

Tudo o que não podia ser. Tudo o que foi. Nada importa. Vivemos, sonhamos e somos. Nada mais importa. Mudamos nossas estradas, com viés covarde. Fugimos de nós mesmos. Tampouco nos deixamos de nos desprender do passado. Fugimos dos outros.

Expansão e colapso. O retorno a si mesmo.

‘’Contando o tempo e a saudade infinda, Contando a dor que não passou ainda, Contando este são três carnavais. Não creio ainda que você partiu, Eu penso apenas que você seguiu, Um desses blocos que não voltam mais.’’
painting by Lala Albert

Prólogo 2 -Retalhos

Os nós se desatam. Monólogos sem precaução. Renasço.

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