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Uma Pausa Para Aprender a Ouvir

Muito mais complexo que o sistema ocular, os ouvidos são a porta de entrada do som para o cérebro. Ouvimos o som, ouvimos nossa imaginação, ouvimos nossas memórias e agora mesmo você ouve a você mesmo quando lê este texto.

Imagine que uma onda sonora projetada avança até encontrar um objeto sólido. Uma parte da onda será refletida outra vez na direção da fonte, uma parte atravessará o objeto e a outra parte contornará o objeto e seguirá sua trajetória. O primeiro fenômeno é chamado de reflexão, o segundo de refração e o terceiro de difração.

As ondas de frequência…


Que noções você precisa ter de Python para se tornar um Cientista de Dados

Ana Silva — Junho de 2020

Introdução

O Python é uma linguagem de programação criada por Guido Van Rossum no final dos anos 80. É uma linguagem interpretada, ou seja, o código fonte é executado por um interpretador e depois executado pelo sistema operacional ou processador do computador (Wikipedia). Essa característica pode torná-lo um pouco mais lento que linguagens como o C.

O Python possui uma sintaxe elegante e pouco restritiva, códigos de fácil entendimento e uma comunidade adepta muito ativa. Esta linguagem é utilizada por muitos cientistas de dados. …


Fala sobre como as ondas sonoras se comportam quando somadas.

Introdução

O som natural é uma onda complexa, composto de várias frequências que causam várias sensações auditivas. Estas sensações associadas às memórias trazem informação ao cérebro.

Há alguns sons, considerados sons fractais e gerados por processos estocásticos, que servem de teste para dos vários equipamentos acústicos e eletrônicos. São chamados ruídos e caracterizados por cores. Os mais conhecidos são o branco e o rosa.

Todas as atenuações e realces que os ruídos provocam acontecem porque as ondas sonoras se somam de forma positiva (soma) ou negativa (subtração). …


Introdução

O que é o som? É a dissipação de energia através de ondas mecânicas que, em um determinado espaço e um dado tempo, possuem (ou não) uma lei harmônica que a rege e que a torna agradável (ou desagradável) ao ouvir, diria um físico estudioso da acústica. Talvez um filósofo perguntaria se os sons que você não ouve existem de verdade… Um pássaro canta neste momento em um lugar qualquer, este som existe?

Qual é a diferença entre som, ruído e música? Há mais do que se considerar que a física para responder esta pergunta. …


O Caminho que o som Percorre

O processo perceptual auditivo é uma atividade mental e uma resposta multidimensional aos estímulos recebidos a través da orelha, principalmente. Por esta causa o sistema auditivo está incluído nos órgãos sensoriais especiais.

O primeiro órgão humano a ser excitado pelo som é a orelha. Nela a energia acústica transforma-se em energia elétrica pulsante. Também a informação sonora é decodificada antes de ser recebida no cérebro.

Em seguida a informação é conduzida para o tronco cerebral onde ainda não há percepção do som como música. Esta parte primitiva do cérebro identifica a decodificação feita pela orelha e avalia as informações de localização da fonte sonora e o espectro de frequências observando o ambiente e prevenindo riscos. Também nesta parte do cérebro a informação sonora é unida a informação visual, mapeando o ambiente através das informações sensoriais.

Mas o som não para aí. Ele é encaminhado em seguida ao córtex auditivo, que está dividido em duas partes. No córtex primário o som é decodificado de forma semelhante à cóclea. Em seguida ele entregue ao córtex secundário, que o interpretará conforme as memórias. Então se escuta a música.


A Orelha Humana pode ser dividida em três partes: Orelha externa: captura o som; Orelha média: transforma o som e protege a estrutura interna; Orelha interna: decodifica o som e o entrega para o cérebro.

O som e a música são capturados pelo pavilhão auditivo, parte da orelha externa e conduzidos ao tímpano, que fica ao final do conduto auditivo. O tímpano é uma pequena membrana flexível e faz a separação entre esta orelha e a média.

Ao passar pelo conduto auditivo a música não encontra obstáculos, porém algumas frequências são incrementadas. Se a fonte sonora estiver bem a frente ao ouvinte as frequências entre 1000 e 5000 Hz aproximadamente recebem um ganho que torna a audição mais sensível nesta região. Esta modulação favorece a fala.

Na orelha média o som é transformado de energia acústica em energia mecânica. Esta estrutura possui três ossículos em estão meio líquido e são chamados de martelo, bigorna e estribo.

Se a quantidade de energia acústica for acima do tolerado pela orelha haverá uma reação ossicular, reflexo estapediano, que torna o tímpano menos sensível a vibrações externas. Isso ocorre especialmente com as frequências graves.

Este reflexo torna a ponte dos ossículos mais rígida e diminui a transmissão da vibração em até 15 dB para proteger a orelha interna de sons muito intensos.

A orelha interna abriga a cóclea, pequeno órgão onde está o Órgão de Corti local dos receptores que transformam as vibrações mecânicas em pulsos elétricos transmitidos ao cérebro, sinal nervoso. Os receptores são distribuídos em forma semelhante a um pente e são chamados de células ciliares por lembrarem cílios.

A informação sonora chega decodificada em parâmetros de intensidade, tempo e frequência. A ciência que estuda este fenômeno chama-se psicoacústica.

Ana Cristina Gonçalves da Silva

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