Três elementos a observar na Fábrica do Futuro

A Fábrica do Futuro

Estamos falando sobre isso desde… bem, desde o início da década de 1880. A Fábrica do Futuro (Factory of the Future, FoF) sempre pareceu nos acompanhar porque é um trabalho interminável. As instalações industriais e equivalentes, como refinarias de petróleo e usinas elétricas, se destacam como conquistas notáveis em engenharia e inovação de processos, mas também são complexas, multifacetadas e sempre têm espaço para melhorias.

Hoje não é diferente. A concorrência implacável, novos regulamentos, os preços flutuantes das mercadorias e os novos algoritmos estão forçando as empresas a buscar novas formas de simplificar.

Então, no que as pessoas devem focar?

Na energia, é claro. A energia pode ser responsável por até 30% dos custos da produção de metais ou das operações de uma estação de tratamento de água. Os datacenters, que podem cobrir milhões de metros quadrados, comparável ao tamanho do Pentágono, gastam mais energia do que qualquer coisa, exceto os funcionários. As energias renováveis se tornaram uma alta prioridade para muitos datacenters, pois (1) ajudam na reputação da empresa e (2) transformam o que pode ser um custo imprevisível e variável durante 30 anos em um ativo estável e capitalizado.

No mundo todo, a indústria consome 54% da energia total do planeta, isto é, mais do que as residências, escritórios e carros combinados. Pode esperar que muito em breve você verá uma grande ênfase nestes três elementos-chave: energia solar, armazenamento e software. Empresas como a Alcoa, que possuem suas próprias centrais elétricas, também conseguiram ajustar suas operações para vender a energia de volta para a rede em períodos de pico; um fluxo de receita novo e inesperado.

Também veremos uma mudança cada vez maior na propriedade. Em vez de comprar equipamentos, os fabricantes de equipamentos passarão a instalar, manter e controlar sistemas, depois os venderão como um serviço. O equipamento como serviço cria uma certa dor de cabeça em termos jurídicos/proprietários, mas financeiramente faz mais sentido para todos. Os proprietários de usinas não precisarão investir logo no início e os fabricantes de equipamentos poderão desfrutar de um fluxo de receita constante.

De muitas formas, o setor de petróleo é pioneiro nesse quesito. As empresas de exploração e refinarias há muito fazem uso de terceiros, como a Kongsberg Marine. Na FoF, empresas como a Flowserve, que data da década de 1790, começaram a integrar serviços de monitoramento digital para uma melhor manutenção, enquanto start-ups, como a SenseOps, estão ajudando fabricantes de equipamentos menores a alcançar mais clientes. Em vez de vender equipamentos, um produtor pode criar um sistema e alugar o tempo de uso dele para diversas pessoas na mesma região.

E, por fim, quanto mais sistemas passam a ser monitorados e adquiridos remotamente, muitos dos funcionários (ou, melhor dizendo, os funcionários de seus fornecedores de equipamento) não precisarão de seus espaços designados. Eles estarão trabalhando em salas de controle em outro lugar.

Por Michael Kanellos, analista de tecnologia na OSIsoft.

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