A mente revolucionária na universidade

Não é de hoje que sabemos das universidades como formação de militância esquerdista. A ocorrência é obtida em sua imensa maioria nos cursos de humanas, onde aumenta a cada ano, o número de estudantes ingressando em movimentos socialistas, como o Levante Popular da Juventude, e etc.

Os professores mostram uma visão de mundo baseada nas teorias de Marx e usam a revolução cubana, de Fidel Castro e Che Guevara, como um dos exemplos bem sucedidos, o que na verdade não passa de uma farsa. Sendo breve, a revolução cubana foi responsável por uma série de mortes de milhares de inocentes que eram contra a ditadura do proletariado, tanto que, Che Guevara esclarece tudo num discurso na ONU em 1964, que é possível achar facilmente na internet.

Os jovens revolucionários veem como inimigos qualquer pessoa que demonstre ter ideias contrárias, e é claro, os atacam das formas mais brutais possíveis, como é o caso de um aluno, da UFRGS, que estava usando uma camisa do Bolsonaro, e foi profundamente humilhado e ameaçado. A Universidade, sim, virou uma propriedade de ideias esquerdistas.

Os estudantes se encantam com discursos de luta contra o capital, contra as desigualdades, e viram idiotas úteis para que os partidos de esquerda, dentre eles, PT, PSOL, PSTU, e outros, possam prosseguir com a sua agenda. O pensamento coletivo acaba com o pensamento racional, e as pessoas acabam sendo marionetes de um líder qualquer. Olavo de Carvalho mostra de uma forma bem clara em seu livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, uma leitura obrigatória para qualquer jovem. A mudança dessa mentalidade revolucionária começa por você, ou melhor, espero que não queira viver em uma ditadura socialista.

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