Carpeaux na revista Signale (1931–1934)
Sep 6, 2018 · 2 min read

Signale für die musikalische Welt
Berlim. Dirigido por Walther Hirschberg (Berlim) e F. Scherber (Viena).
|Artigos em alemão.| Período: nov. 1931-fev. 1934. Quantidade: 13 [atualizado]. Observação: podem ser encontrados novos artigos; revisar pesquisa.|
- “Don Giovanni ein romantisches Kunstwerk?”, ano 89, n. 29–30, 15 jul. 1931, pp. 746–748; digitalização disponível em: http://bit.ly/2Nm5CW1 ss.
- “Die deutsche Musik im Ausland”, ano 89, n. 40, 30 set. 1931, pp. 899–901; disponível em: http://bit.ly/2NTrCEW ss.
- “Wo stehen wir?”, ano 89, n. 41, 7 out. 1931, pp. 923–924; disponível em: http://bit.ly/2Q8AXtJ ss.
- “Letzte Periode”, ano 89, n. 46, 11 nov. 1931, pp. 1065–1066; disponível em: http://bit.ly/2wMjGi2 ss.
- “Die deutsche Musik im Ausland”, ano 89, n. 48, 25 nov. 1931, pp. 1131–1132; disponível em: http://bit.ly/2M40h0V seg.
- “Bemerkungen zu Nietzsche’s Musikästhetik”, ano 90, n. 2, 13 jan. 1932, pp. 21–23; disponível em: http://bit.ly/2Nk80wE ss.
- “Lebendige Musikwissenschaft”, ano 90, n. 12, 23 mar. 1932, pp. 261–263; disponível em: http://bit.ly/2wKw952 ss.
- “Joseph Haydn”, ano 90, n. 15, 13 abr. 1932, pp. 361–363; disponível em: http://bit.ly/2NPe5y1 ss.
- “Igor Strawinsky zum 50. Geburtstag”, ano 90, n. 24–25, 15 jun. 1932, pp. 565–566; disponível em: http://bit.ly/2MNaIex seg.
- “Das individualistische Klavier”, ano 91, n. 5, 1 fev. 1933, pp. 77–79; disponível em: http://bit.ly/2DA40Th ss.
- “Der Tod in der Musik”, ano 91, n. 15–16, 12 abr. 1933, pp. 247–249; disponível em: http://bit.ly/2NrnEq9 ss.
- “Die Ironie in der Musik”, ano 91, n. 50, 13 dez. 1933, pp. 841–842; disponível em: http://bit.ly/2oQOTfT seg.
- “Abstraktion und Einfühlung in der Musik”, ano 92, n. 6, 7 fev. 1934, pp. 81–82; disponível em: http://bit.ly/2MOvhqR seg.

“A música tem uma função [lírica]. Para dizê-lo em alemão e, por enquanto, de forma não inteligível: a música tem um poder de dissolução. Na sala de concerto, não é interessante não olhar para a audiência ou oferecer ao artista o gostinho de olhos fechados, mas tentar dirigir nossos olhos uma vez mais para a audiência. Somos enriquecidos por uma experiência psicológica. As expressões faciais, bem como a atitude física dos ouvintes, provam claramente que, de certo modo, perderam o poder sobre si mesmos. Eles estão, como a linguagem corretamente diz, ‘dissolvidos’. Esta é a violência da música: dissolver nossas almas e deixá-las olhar para o mundo místico — ou para o caos primordial. Depende. Há uma ars sacra e uma ars erotica. Nem todos encontram o caminho de casa, após tais aventuras. Por isso Nietzsche advertiu: Cave musicam!”
