Epifania: até que enfim encontrei a palavra
A gente, assim em minúsculo mesmo, apesar de ser nome próprio, nasce de uma necessidade de se encontrar no mercado do jornalismo. Na verdade, é uma coisa maior: sede por mudança.
O mundo mudou e essa é foi a frase que mais falei e refleti na última semana. Como boa inconformada com a mesmice, acredito que assim como as atualizações do mundo, o jornalismo precisa se reinventar e dialogar com o que espera por ele no futuro: a conexão.

Foi para criar laços que nasceu tudo isso. Uma ideia criativa, empreendedora e que quer contar histórias. Seja de pessoa para pessoas, ou de marcas para pessoas, ou de pessoas para marcas. Fique a vontade para escolher.
Aqui e agora
Esse negócio árduo que é a construção nos faz parir e abandonar diversas ideias. A seção "Epifania", aqui no Medium, foi muito bem gestacionada. Um ímpeto de soltar as palavras presas em um corpo que pulsa mudança me movia e a palavra que apelidaria essa caixa sem fundo de ideias me surgiu na mente como uma estrela cadente. Rápida como a luz, foi embora, e assim passaram-se quatro meses para ela voltar.
Procurei no dicionário, recorri aos amigos, quebrei a caixola tentando lembrar dessa danada até umas horas, e nada. De repente, olha ela de novo. Ressurgiu na página de um livro, objeto este que nunca mais tinha conseguido me aprofundar e entrar em um relacionamento sério. Bom, ela voltou para mim e, como quem corre com o tesouro nas mãos, publico esse texto. Não posso deixá-la escapar.
É um espaço de primeira pessoa, é escrita afetuosa e olhar cuidadoso com o mundo e o outro. Um lugar para debater a comunicação e para lutar cada dia mais para que ela seja democrática, criativa e colaborativa. Vamos contar histórias, criar laços e tornar as conexões cada vez mais verdadeiras.
