This story is unavailable.

Júlia,

As Barbies negras e com cabelos crespos já existem desde 1980, e em seguida vieram outras, representando diversas etnias. Eu concordo e adoro esta representatividade.

Quanto às versões curvilínea, baixinha e mais alta, realmente achei estranho. A Barbie é um ícone, com aquela perfeição quase surreal, assim como os super heróis.

Descaracterizar o ícone para se adequar à pressão da inclusão, não sei. Eu teria promovido esta “representatividade” criando uma coleção de amigas da Barbie com as diferentes estruturas corporais.

Quantas gerações brincaram de Barbie e nem por isso ficaram traumatizadas ou infelizes com seus corpos?

A empresa acabou cedendo à pressão de críticos que deveriam estar mais preocupados em promover a autoestima das suas crianças.

E agora eu te pergunto: se você for presentear uma menina baixinha, vai escolher a Barbie baixa? Será que isso será um agrado ou uma ofensa? Se ela tiver boa autoestima, talvez não seja nenhum dos dois. Talvez ela apenas queira ganhar a “original”. E se ela tiver problema com sua baixa estatura, garanto que será uma grande frustração.

Obrigada pelo comentário! É muito bom poder aprofundar o debate.

Bjs,

Patricia

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.