ela é dona do vento, que me leva para vagar em desertos desconhecidos.
soberana dos anjos, mestre dos diabos.
chama-lá de força da natureza é quase um pecado.
ela é mais. me possui pela alma, me acorrentou no olhar.
é ela que coordena meus sonhos, que manda nos meus desejos, que enche meus pulmões.
dela brota o universo.
sem ela, só nada.
quando ela passa, a lua se curva, pois ela é sol.
no canto do sorriso, lá ela está, esperando pra sair.
vem, Demônia, vem destruir o mundo.
