Empresas e Infoprodutores investem em segurança digital

Como se portar diante dos crimes contra direitos autorais?

São poucas as empresas brasileiras que possuem um time de segurança digital dentro dos seus recursos humanos e isso faz com que hoje, em comparação com outros países, o país seja considerado “atrasado” nesse quesito.

Dados de 2015 da consultoria Alvarez & Marsal (A&M) mostram que 60% das organizações brasileiras dizem que não têm os recursos humanos necessários para se proteger ou responder a um ataque digital.

Sem o devido cuidado, um infoprodutor, por exemplo, pode ser alvo de ataques por muito tempo sem ao menos imaginar de onde vêm. Às vezes, a venda do infoproduto acontece “à luz do dia”, em sites conceituados, como a OLX e o Mercado Livre. Portanto, a prevenção e rastreio é muito importante no combate desses delitos.

Os prejuízos gerados por esses ataques são grandes. Em 2016, mais de 42 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes virtuais. Um aumento de 10% se comparado com o ano anterior. Segundo dados da Norton, provedora global de soluções de segurança cibernética, o prejuízo total da prática para o país foi de US$ 10,3 bilhões no ano passado.

A tendência é de que empresas e infoprodutores passem a lidar com esse problema com mais atenção, até mesmo em virtude de questões como a regulamentação do Marco Civil da Internet.

Alguns tipos de ataques podem gerar implicações jurídicas no tocante à responsabilidade da empresa em guardar dados sigilosos e impedir que eles sejam expostos.

Sem dúvida essas ações aumentam os custos, porém a cybersegurança é vital para a saúde de um produto ou empresa e devem ser lidadas com toda a seriedade possível, pois compensa o prejuízo que podem ter quando uma informação vaza ou quando deixam de receber os devidos créditos.

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