O que podemos aprender com a abertura das olimpiadas.

Ontem aprendemos lições que podemos aplicar no trabalho, na vida e nas relações.

  • A primeira foi pensar global, pensar no mundo. Entender que o Brasil é parte do mundo e que há, nesse momento, problemas tão sérios quanto os nossos é o primeiro passo pra tirar a cabeça do umbigo.
  • A segunda foi sobre dar a atenção necessária para o que realmente importa: passado e futuro. Se prende com o passado, sonha-se com o futuro. O presente cheio de problemas não pode ser considerado como destino. Mas sim como caminho.
  • A terceira foi que inspiração > crítica. Críticas nos mostram onde devemos melhorar, inspiração mostra por que podemos e vamos ser melhores. Misturando tecnologia, arte e ativismo conseguiram ser mais eficazes que todas as críticas juntas. Que esse aprendizado se estenda especialmente para os haters.
  • A quarta foi sobre haters. Essa turma está sempre de mal humor, sempre reclamando, sempre com o dedo apontado. Desde ontem tentam transformar a abertura em um momento político. Políticos, blogueiros de esquerda, de direita, liberais, jornalistas internacionais, amigos, parentes… Vão tentar de todo jeito puxar a sardinha pra um lado ou pra o outro. Por que “haters” são odiares e vão continuar existindo sempre. Mas ontem, perderam uma batalha importante.
  • A quinta é que a televisão une o que as redes sociais separam. 
    Quando Paulinho da viola cantou o hino nacional conseguiu juntar esquerda, direita, centro, fora da caixa, dentro da caixa e todas as suas variantes em um único ton. Se aplicarmos isso na nossa vida ou na nossa empresa, isso quer dizer que encontrar o melhor canal para passar sua mensagem e ao fazê-lo

E a última coisa que aprendi mas já sabia: O Rio de Janeiro continua lindo.(com todos os seus problemas)

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