não brinque com a minha intensidade

a grande questão é que eu vejo filmes de amor porque eu quero um.

mas se eu pudesse escolher eu escolheria não querer.

eu vivo isso aqui

essa realidade do “quero hoje” e amanhã “não quero mais”

do suposto jogo de sedução de quem demonstra menos

e a intensidade que existe se descarrega nessa brincadeira de mal gosto

brincadeira de mal gosto com o coração

o próprio e o do outro.

ei, querido, você pode abrir os cômodos da sua casa

deixe as pessoas enxergarem um pouco de você

não se tranque em cômodos que te limitam

se exagere e se intensifique

fique quando tiver que ficar

só não suma sem dar notícias.

Like what you read? Give Paulo Costa a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.