Máfia parlamentar: o início ou o fim dos tempos de corrupção no planalto central?

No Brasil, o dito popular é: “todo político é corrupto!”; será que nem agora quando, finalmente, conseguimos tirar o “poderoso Cunha” (considerado por si mesmo como a inteligência suprema da humanidade) da posição de poder que ele adorava, vamos aceitar que nossos representantes em Brasília cometam atos de corrupção? Você engoliria mais sapos?

Eduardo, o Cunha, representa o que há de pior em nossa sociedade: pessoas inteligentes de mau caráter que não têm valores morais e princípios éticos. Pessoas que consideram-se superiores aos demais e que, portanto, merecem mais do que os mesmos, que para os dito cujos não passam de massa de manobra. Particularmente, tenho nojo deste tipo de gente.

Toda essa movimentação em torno do impeachment da Dilma que, em minha modesta opinião, está caindo por causa da própria boca, gerou um sentimento de esperança em parte importante da sociedade brasileira a ponto de pensarmos: “puxa vida! Será que agora vai?”

Será que a nossa pátria amada — muito maior que tudo isso — vai, no médio prazo, vivenciar momentos de plena felicidade em suas empresas, cidades e lares?

Pensem comigo e com a lógica: se somos nós, o povo brasileiro que luta e trabalha para ganhar o pão de cada dia, nós que elegemos nossos representantes junto ao poder do estado: será que não está mais do que na hora de nos tornarmos elementos multiplicadores de um sentimento que, todos concordam, é de repúdio ao status quo e de que boas escolhas se fazem absolutamente necessárias neste momento?