O último ato

Camisetas que pareciam de lycra sujas de achocolatado. Bravo!

Loiras educativas da televisão e jatos d’água. Bravo!

Montanha-russa. Bravo!

Iodo. Bravo!

Palhaço sem maquiagem. Bravo!

Objeção! Bravo!

Seis e poucas. Bravo!

Disputa de merda. Bravo!

Just a little touch of just a little touch of just a little touch of… Bravo!

Para lá e para cá! Bravo!

A verdade inventada multiplicada em meia dúzia e pouca. É o que mesmo dobro prazer suposta referência, sei lá, foda-se. Bravo!

O cansaço! Bravo!

Invenção, sério? Bravo!

Bravo, bravo, bravo, bravo, porra.

O último ato. Silêncio.

Ao próximo, finalmente. As janelas foram abertas. Meio sorriso.

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