Bom comentário Neto.
Os três pontos que citei os retirei de comentários que já ouvi pessoalmente e li pelo Facebook, principalmente o segundo e terceiro. Não tratei de fontes literárias, mas poderia citar Erickson (como você fez), Kevin Giles e Gilbert Bilezikian (se não me enganou ele também faz afirmação semelhante). No Brasil Franklin Ferreira é um exemplo (se não me falha a memória também) do uso desses 3 argumentos. Ele costuma expor o pensamento de Agostinho em argumentação contra o gradacionismo.
Seu ponto sobre o espantalho é interessante. Num momento do texto eu digo que essas afirmações podem vir realmente de uma convicção honesta do seus defensores. No mais, ainda acredito que esses argumentos (as partes) são parte de um espantalho (o todo) por construírem uma imagem de “heresia histórica” para a posição gradacional de hoje. Isso pelo menos no nível da “teologia leiga”, digamos assim.
Pra finalizar, não sei se é caso do Grudem, mas seria normal dizermos “eles correm o perigo de arianismo/modalismo”. Mas muitos correm para o extremo de classificar logo como hereges, de ambos os lados.
Esse era um texto com objetivo mais “popular”. Esse debate poderia acontecer num bom nível e de forma muito saudável e empolgante no Brasil. Abraço!
