Scooby Doo e o mistério da Mistérios S.A 

-- Ei turma, vejam isso! Fomos convidados para um evento de premiação. Disse Velma, empolgada com a tal festa.
-- E quando será? Perguntou Fred.
-- Ó céus, é hoje! Respondeu Velma.
-- O QUÊ? NÃO TENHO TEMPO PARA IR AO CABELEIREIRO, NÃO IREMOS. Disse Daphne, sempre preocupada demais com a estética.
-- Eu só quero saber qual será o cardápio, não é Scooby? Respondeu Salsicha, esfomeado como sempre.
-- Ora essa Daphne, é claro que nós vamos, seremos premiados pelos crimes que ajudamos a desvendar, eu irei. Afirmou Velma.
-- Estamos dentro. Salsicha e Scooby também confirmaram a presença.
-- Vamos Daphne? Será uma festa imperdível e seu cabelo está ótimo. Fred convenceu Daphne a ir para a tal festa.

Capítulo 1: Daphne

A mistérios S.A chegou na premiação, a festa acontecia em um grande ginásio, capaz de acomodar milhares de pessoas. Do lado de fora, era possível ver todas as luzes e ouvir os ruídos das pessoas que já estavam lá dentro. Era noite, por volta das 20:00 todos da turma, vestidos com trajes de gala, estavam parados em frente a porta principal.

-- Hoje será um dia inesquecível. Afirmou Velma.
-- Não tenho dúvidas disso. Respondeu Fred.
-- Ai, ai, ai, vamos entrar logo, esse vento vai bagunçar meu cabelo.
-- Calma Daphne, mas vamos entrar logo mesmo, já sinto o cheiro das comidas. Disse Salsicha.

Todos entraram e os holofotes se voltaram para a mistério S.A. Ao entrarem, a plateia toda começou o furdunço, eram gritos e aplausos, a turma toda era bastante famosa na cidade e o trabalho deles era bastante admirado, todos reconheciam o bem que Salsicha, Fred, Velma, Daphne e até o Scooby faziam para a sociedade, muitas vezes e na maioria das vezes, os crimes eram desvendados sem a ajuda policial.

-- Olá meus fãs, vejam isso, todos esses flashes na nossa direção, espero ter acertado na base, não quero ficar muito branca nas fotos. Disse Daphne passando pelo grande tapete vermelho que servia como passarela.

Enquanto iam passando pelo tapete, indo em direção ao centro do ginásio onde estava montado um grande palco redondo com cinco cadeiras, todas com os respectivos nomes dos integrantes da mistérios S.A.

Quando enfim chegaram ao palco, todos se sentaram e a festa teve seu início.

Capítulo 1.2

SEJAM BEM VINDOS MISTÉRIO S.A! ESPERO QUE ESTEJAM SE SENTINDO EM CASA, AFINAL, TUDO ISSO AQUI É PARA VOCÊS. ESTA NOITE SERÁ MEMORÁVEL, VOCÊS ESTÃO AQUI PARA RECEBEREM AS MEDALHAS, TUDO ISSO PARA MOSTRAR NOSSA GRATIDÃO.

-- Gente, eu conheço a locutora. Disse Velma.
-- De onde? Perguntou Fred.
-- Eu não sei, mas o rosto dela é familiar. Respondeu Velma tentando lembrar de onde tinha visto a tal locutora.

AGORA, CADA UM DE VOCÊS RECEBERÁ A MEDALHA, EM ORDEM ALFABÉTICA.
DAPHNE, POR FAVOR LEVANTE-SE E VENHA ATÉ O CENTRO DO PALCO QUERIDA.

Ao ouviram seu nome, Daphne levantou e caminhou até o centro, no momento que a mesma pisou no círculo desenhado no chão, as luzes do ginásio se apagaram e uma enorme onde de gritos surgiu, as pessoas da plateia estavam em enorme desespero.

-- Fred? ALGUÉM ESTÁ AÍ? Daphne gritava desesperada e não obteve resposta alguma.
-- ALÔ? CADÊ MINHA MEDALHA? ISSO FAZ PARTE DA PROGRAMAÇÃO? GENTE ALGUÉM ME RESPONDE!

O local era totalmente fechado, isso impedia qualquer tipo de luz, todo o ginásio agora era breu e Daphne não ouvia mais gritos ou qualquer sinal do restante da turma. Daphne então procurou seu celular em sua bolsa mas quando tocou a mão em sua cintura, não sentiu objeto algum, sua bolsa tinha sumido e com ela sua chance de iluminação.

-- Ai meu Deus, isso não tem graça, minhas maquiagens estavam naquela bolsa.

Daphne desceu cuidadosamente do palco e foi com as mãos esticadas na tentativa de tocar em alguma coisa mas foi em vão, a menina tropeçou em algo esticado no chão e um holofote acendeu bem em seu rosto, ofuscado sua visão.

-- QUEM ESTÁ AÍ? PRECISO DE AJUDA AQUI, TODOS SUMIRAM.

Daphne se recompôs, limpou o vestido da poeira e foi seguindo a luz do holofote. Daphne era guiada pela luz como se alguém estivesse pondo um laser para seu gatinho segui-lo até chegar em um enorme corredor.
Capítulo 1.3
-- Olá? Tem alguém aqui? Gente eu não aguento mais essa brincadeira, por favor alguém poderia aparecer?

De repente todas as luzes do corredor foram acendendo, uma por uma, as luzes iam até o fim no corredor e ao acender a última luz, um corpo se revelou embaixo dela. Daphne correu em direção ao corpo e entrou em desespero quando viu que se tratava de Salsicha.

-- SALSICHA? O QUE HOUVE? ACORDA POR FAVOR! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDA PELO AMOR DE DEUS. Salsicha fica comigo.

Daphne arrastou o corpo do garoto magro quase sem vida pelo corredor. Enquanto ia levando Salsicha para longe dali, as luzes iam explodindo em suas cabeças.

-- PARA COM ISSO! QUEM QUER QUE ESTEJA FAZENDO ISSO COMIGO, JA ESTÁ NA HORA DE PARAR, MEU AMIGO ESTÁ FERIDO.

Daphne arrastou o amigo até o centro do palco e novamente um holofote apenas de acendeu, dessa vez do outro lado do ginásio.

-- Sério? Essa brincadeira infeliz de novo?

Daphne seguiu novamente a luz do holofote que agora lhe guiava para um outro corredor. Toda a história se repetiu, ao chegar no corredor, todas as luzes foram acendendo até o final, dessa vez ela não encontrou somente um corpo jogado ao chão, ao acender a última luz, Daphne viu seu amigo Fred petrificado.

-- NÃO, NÃO, NÃO! POR QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO COMIGO? EU NÃO AGUENTO MAIS.

A menina, aos prantos, sentou-se ao lado da estátua de pedra de seu amigo e ali as lágrimas rolaram cada vez mais intensas. Daphne não deu mais um passo se quer, ela sabia que não conseguiria tirar Fred do corredor por causa do peso e sabia também que se continuasse seguindo esse jogo, todos os seus amigos iriam acabar daquele jeito, mortos.

Capítulo 1.4

Minutos se passaram e Daphne continuava jogada ao chão, sem qualquer força para levantar. Enquanto estava ao lado de Fred, a menina começou a ouvir latidos vindos do palco principal.

-- Scooby? SCOOBY DOO CADÊ VOCÊ?

Daphne saiu correndo pelo corredor e novamente as luzes iam explodindo. Ao sair do corredor, Daphne se deparou com as luzes do ginásio todas acesas e viu que a plateia estava toda ali novamente, como se nada tivesse acontecido, como se seus amigos não estivessem mortos. Daphne olhou para o palco e viu Scooby Doo e Velma ao lado do corpo de seu amigo Salsicha, ela correu até eles. No meio do caminho, faltando apenas poucos passos até o palco central, Daphne percebeu que a plateia já não estava mais lá e quando olhou para frente, uma âncora caía em direção à cabeça de Scooby e Velma, Daphne começou a gritar desesperante para que eles saíssem do local mas eles pareciam não conseguir ouvir a voz dela, todo sacrifício foi em vão e a âncora os atingiu em cheio, espirrando sangue em todo o vestido roxo de Daphne.

-- NÃO! Não! Não! ALGUÉM ME AJUDE, POR FAVOR, E-EU NÃO CONSIGO M-MAIS.

A fala de Daphne foi ficando cada vez mais pesada e a visão ficando turva, ela perdeu o controle do corpo e se desequilibrou, caindo desmaiada no chão.

Capítulo 2: Fred

-- AGORA É A VEZ DO GAROTO CAPAZ DE MONTAR INÚMERAS ARMADILHAS RECEBER A SUA MEDALHA, VENHA FRED, TEMOS A HONRA DE TER VOCÊ EM NOSSA CIDADE.

Fred levantou-se, arrumou seu lenço no pescoço e foi caminhando em direção ao centro do palco, ao chegar, avistou uma mulher descendo as escadas com uma almofada com a medalha nas mãos. Fred acompanhou todo o percurso da moça com olhos, ele estava muito ansioso, apesar do corpo atlético, Fred não era muito bom em esportes e nunca fora premiado com uma medalha antes. Ao ver a moça se aproximando, Fred reparou uma criatura estranha em cima de um dos holofotes do ginásio, a criatura possuía garras enormes e espinhos saindo da coluna vertebral.

-- Ei turma, acho que temos um mistério para resolver. Turma?

Ao virar-se para trás, Fred percebeu que estava sozinho, todas as pessoas do ginásio tinham desaparecido, inclusive seus amigos e a moça da medalha. Virou-se para frente novamente e Viu que o monstro não estava mais no mesmo lugar. Fred começou a procurar com olhos por todo o ginásio e avistou o monstro se aproximando.
Fred correu o mais rápido que pôde e uma perseguição se deu início, o monstro corria atrás de Fred, foram várias voltas pelo ginásio até que Fred entrou em um corredor e nele avistou vários objetos como cordas e ganchos, tudo aquilo poderia servir para uma enorme armadilha, ele precisava resolver esse mistério e encontrar seus amigos de volta.
Fred colocou as cordas nos ganchos e as prendeu de um lado para o outro no corredor, ele teria que ser a isca pois dessa vez estava sozinho, não tinha Salsicha e Scooby para servir de isca ao monstro. Seu plano era: Atrair o monstro até o corredor, pular das cordas e assim que o monstro tropeçasse nas cordas, ele cairia no chão e uma rede seria solta do teto, prendendo o monstro no chão, assim que tudo isso desse certo, os ganchos iriam se desprender da parede e acertariam a cabeça do monstro, deixando-o inconsciente.
Fred correu até o centro do ginásio novamente e começou a produzir barulhos para atrair o monstro, assim que ele o avistou, Fred correu em direção ao corredor, sempre conferindo para ver se estava realmente sendo seguido.
Ao entrar no corredor, Fred percebeu que o monstro tinha desaparecido, Fred virou-se e de supetão, o monstro pulou em sua frente fazendo com que ele tropeçasse e caísse na própria armadilha, ao cair no chão, a rede caiu em cima de Fred e em questão de segundos, os ganchos atingiram sua cabeça e de repente tudo era escuro.

Capítulo 3: Salsicha

-- ORA SE NÃO É A VEZ DO GAROTO MAIS ESFOMEADO DA TURMA, VENHA SALSICHA, SUA VEZ DE RECEBER A MEDALHA.

Salsicha, empolgado com toda a cerimônia em homenagem da turma, levantou-se emocionado, pois nunca, em toda sua vida, tivera sido homenageado e reconhecido por alguma atitude sua. Ao caminhar até o centro, como todos os outros, Salsicha percebeu que seus pés estavam grudados no chão, impossibilitando qualquer tipo de movimento.

-- Opa, moça, acho que eu estou grudado aqui, tem como me tirar daqui antes que algum monstro apareça? Moça? Alguém aí? SCOOBY? Scooby meu filho, me ajude.

Salsinha olhou para os lados e viu que estavam só ele e Scooby no ginásio, todos o outros da turma tinham sumido.

-- Rápido Scooby, isso tá estranho e sempre que algo estranho acontece, um monstro horrível aparece atrás da gente.

Scooby Doo empurrava o amigo mas toda força era em vão, Salsicha estava muito grudado e como ele mesmo tinha dito, um monstro horrível apareceu e estava correndo na direção dos dois.

-- CORRE SCOOBY, SALVE-SE!

Scooby Doo correu e o monstro passou por Salsicha, ele estava atrás somente do cachorro. Enquanto Scooby era perseguido, Salsicha tentava se libertar de todas as formas possíveis. Scooby Doo e o monstro estavam fora de seu campo de visão, foi então que Salsicha não conseguiu ouvir mais o som dos passos pelo ginásio e a preocupação tomou conta do garoto.

-- SCOOBY? SCOOBY DOO CADÊ VOCÊ, MEU FILHO?

Salsicha pôde ver com sua visão periférica que alguém se aproximava dele.

-- Graças a Deus Scooby, você está bem?

Ao se aproximar um pouco mais, Salsicha conseguiu ver e preferia não ter visto, o tal monstro tinha em suas mãos a cabeça do cachorro que fora seu amigo durante toda sua vida.

-- SCOOBY? NÃO! P-por que você fez isso? S-scooby?

Salsicha não tinha mais o controle do seu corpo e desmaiou em cima do palco.

Capítulo 4: Revelação

Daphne recobrou sua consciência, olhou para os lados e viu Fred, Salsicha e Scooby amarrados ao seu lado, olhou para suas mãos e percebeu que também estava amarrada.

-- Fred? Salsicha, Scooby? Acordem!
-- D-Daphne? O que está acontecendo? Onde estamos? Perguntou Fred, acordando do seu desmaio.
-- Acho que estamos em casa, Fred.
-- Minha cabeça está doendo muito, como estamos em casa se estávamos todos no ginásio? Perguntou Fred novamente.
-- Essa é a última coisa com que eu me preocupo, eu vi todos vocês morrerem, Fred, e agora vocês estão aqui, vivos.
-- Morrer? Eu estava com um monstro no ginásio, sozinho.
-- Fred? Daphne? SCOOBY? Ô MEU DEUS, VOCÊ ESTÁ BEM SCOOBY. Salsicha também recobrou sua consciência e ficou aliviado ao ver seu amigo bem, com cabeça.
-- Pessoal? Cadê a Velma? Perguntou Fred.
-- Isso que estava querendo saber, eu não vi ela morrer no ginásio. Disse Daphne.

De repente a porta da sala se abriu e Velma adentrou na casa.

-- Vejo que todos estão bem, fico feliz por isso. Disse Velma.
-- Bem? Estamos amarrados, tire-nos daqui. Pediu Fred.
- Infelizmente, não posso fazer isso.
-- Como não? Perguntou Daphne.
-- Fui eu quem colocou vocês aí, Daphne querida. Fui eu quem causou tudo aquilo em vocês.
-- Velma, eu não estou entendendo o que você está falando. Disse Salsicha, confuso com toda a situação.
-- Deixe-me explicar a todo vocês, desde o início. Tudo começou no momento em que formamos a mistérios S.A, eu precisava me juntar a vocês para poder me vingar.
-- Se vingar do que? Nós sempre fomos amigos. Perguntou Daphne indignada.
-- Não se trata de vocês, não me interrompa mais. Continuando a minha história, vocês pensam que me conhecem porém não sabem nada sobre mim, algum de vocês já se perguntou de onde eu venho? Exatamente, não. Eu venho de séculos atrás, Sou uma sobrevivente do massacre em Salem, minhas irmãs foram mortas graças à umas crianças metidas a detetives como vocês. Eles descobriram nossos segredos e a sociedade ficou encarregada de acender as fogueiras, no dia, eu estava fora da cidade, por isso sobrevivi. Todas as minhas irmãs foram queimadas, fiquei sozinha nesse mundo e jurei me vingar de todos que ousassem querer bancar os detetives. Por pura sorte, em um disfarce de adolescente, encontrei vocês planejando montar uma equipe para desvendar mistérios e jurei me vingar, depois de anos infiltrada aqui, tendo que aguentar você, Daphne, com seus chiliques, Fred com toda sua metrossexualiade e esses dois inúteis. Eu tinha que descobrir os maiores medos de cada um para me vingar de forma gloriosa, então, hoje, ao ler a carta, hipnotizei vocês e todo o resto foi uma grande ilusão, desde a chegada no ginásio. Daphne tem o medo de perder todos os seus amigos, Fred, que medo estúpido não é? Você tem medo de um dia cair na própria armadilha, tosco! Salsicha tem medo de ficar sem seu cãozinho, pois é o único que consegue aguentar tanta idiotice, já que o cachorro não tem consciência. Tudo aquilo que vocês viram, eu vi também, descobri o medo de cada um e agora tornarei todos em realidade.
Capítulo 5: Vingança

-- NÃO, POR FAVOR! Velma você é nossa amiga, não pode fazer isso. Disse Daphne aterrorizada.
-- Fique calma, pelos meus cálculos, o seu medo será o último a se tornar realidade. Vamos começar, Salsicha? Ah, e a propósito, meu nome é Bridget Bishop.

Bridget moveu suas mãos e ergueu Scooby Doo do chão, todos os outros ficavam gritando para que ela parasse mas o seu ódio só aumentava, fora um grande choque para ela perder todas as suas irmãs. Bridget trouxe o cão até o chão apenas com sua mente, ela levitou uma enorme lâmina, daquelas usadas antigamente em guilhotinas e a lançou até o cachorro, partindo Scooby Doo ao meio.

-- NÃO! MEU DEUS, PARE COM ISSO, POR FAVOR! Salsicha implorava, com as lágrimas descendo sem seu controle, a dor era impossível de ser descrita, afinal, essa era a segunda vez em que ele via Scooby Doo morrer.
-- Ora, isso foi engraçado, veja o desenho que os respingos de sangue formaram, achei uma arte bem contemporânea. Disse Bridget com um tom irônico. Fred? Sua vez querido.

Bridget hipnotizou o garoto e fez com que ele montasse uma armadilha para si mesmo.

-- Vamos querido, quero ver sua criatividade agora, monte uma bem elaborada, por favor. Pediu Bridget, empolgada por seu plano estar dando certo.

Fred montou uma espécie de força, uma armadilha usada para pegar animais, porém, quando ele pisasse no círculo, uma corda amarrada ao seu pescoço apertaria e o ergueria do chão, fazendo com que ele morresse enforcado.

-- Por favor, deixe o Fred viver, me mate no lugar dele. Daphne implorava aos prantos, porém Bridget não tinha piedade, seu coração era tomado por ódio, ela só conseguia lembrar do cheiro dos corpos carbonizados. Então, Bridget ordenou que Fred começasse e o garoto, chorando e sem controle de seu corpo, começou a ir em direção à sua armadilha, Daphne e Salsicha só conseguiam chorar e implorar para que ela parasse de torturar a turma. Fred pôs seu pé no círculo e o nó no pescoço amarrou, ele foi erguido do chão e começou a debater, sentido sua garganta fechar impedindo a entrada de ar. Bridget assistia tudo com brilho nos olhos, sua vingança estava dando certo e suas irmãs sendo vingadas.

-- Agora Daphne, não precisa mais esperar, a sua vez chegou querida, você verá todos os seus amigos morrerem. Disse Bridget
-- Não, na minha ilusão você também morria, acho que isso não vai acontecer não é mesmo? Daphne disse com raiva.
-- Menina esperta, eu só posso morrer queimada e acho que você não tem um fósforo aí, então cale a boca e assista esse magrelo morrer.

Bridget puxou Salsicha e desamarrou o garoto, pegou o menino e levou até a cozinha da casa, abriu a botija de gás e paralisou o menino com sua magia. Bridget caminhou até a sala novamente e foi conversar com Daphne.

-- Eu pensei um pouco e decidi não realizar sua ilusão, você não vai ver seu amigo morrer.
-- Meu Deus, muito obrigada, obrigada de verdade.
-- É, você não vai ver ele morrer, vocês dois irão morrer juntos DO MESMO JEITO QUE MINHAS IRMÃS MORRERAM, QUEIMADOS. Se me dá licença, estou saindo.

Bridget foi para o lado de fora da casa, podia ouvir os gritos de desespero dos dois que restaram, ela esperou uns minutos para apreciar o desespero e por fim, lançou um feitiço incendiário e toda a casa, que servia para reunião da antiga Mistérios S.A, explodiu, restando apenas destroços.

-- Eu juro, minhas irmãs, que todos pagarão pela morte de cada uma de vocês, não vou descansar até que toda criança enxerida esteja no mesmo lugar que vocês, no inferno!