Por favor, meu bem

Que me deste o mel tão bom

Não me venha com auto-desdém

Se o dia lhe fugiu do tom

Eu sei que não controlamos

Nossos momentos de fragilidade

Mas como é ágil a nossa idade

Que do frágil nos desfaçamos

E pensemos somente

No presente que lhe darei

Sem pudor, mostro os dentes

Me empresto a ti

Sem querer devolução

Dou, sem dó, meu coração

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Perikles Knox’s story.