Aos meus professores, com amor

ou o que aprendi estando na pele deles

Primeiramente, gostaria de agradecer imensamente a todos os meus professores. Todos mesmo. Desde a “tia” do jardim I (maternal/pré escola). Vocês foram fundamentais para que eu alcançasse tudo que alcancei.

Tão importantes como meus familiares que me forneceram as bases emocionais e psicológicas são os professores que tive. Cada um, sendo “bom” ou “ruim” em sala de aula, me ensinou algo.

Na minha humilde concepção, professor é um título de honra a ser sustentado. Independente do nível de ensino para o qual se lecione. É um imenso prazer, honra e responsabilidade ser chamado por essa palavra.

Porém, antes de o sê-lo, não poderia se quer imaginar o imenso volume de trabalho, sentimento e energias demandados para a realização desse nobre ofício.

São horas e horas de preparação as quais nem sempre são remuneradas. Aliás, se tem algo que infelizmente em nosso país está longe de ser se condizente, é a forma como os professores são remunerados.

Mas apesar do imenso trabalho, fora e dentro de sala, é uma “profissão” linda e recompensadora. Para quem ama o que faz, não há nada mais recompensador do que poder contribuir de alguma forma com o crescimento pessoal de uma pessoa.

Ainda que financeiramente por vezes não somos tão valorizados, somos da classe que fica feliz com um “Muito obrigado pelo que aprendi contigo”, e também do tipo “besta” que desprende lágrimas ao poder contribuir com a evolução de alguém.

A todos os meus professores, um muitíssimo obrigado por serem tudo que foram na minha vida. Também um “me desculpe”, se por vezes fui um mal/mau aluno.

E aos meus alunos, também um muito obrigado, por contribuírem, mesmo que por vezes, de forma inconsciente, para o meu crescimento e evolução como pessoa. De forma diária, me aperfeiçoo para que seja um melhor facilitador, incentivador e mestre de cada um que está comigo.