1 moin loin…

“Essa maldita liberdade! (…) Eu me sinto como se estivesse sobre o monte ventou, exposta ao mistral, ao sol, à chuva, à vastidão. posso ver mais longe e respirar com mais liberdade do que nunca — mas perdi toda proteção. Jean diz que a liberdade é a perda da segurança. (…) Odeio querer tudo — tudo é mais do que eu poderia suportar… Ah, maldita liberdade, você é sempre maior que eu! Exige que eu me questione, que eu me envergonhe, e ainda assim sinta tanto orgulho de passar a vida com tudo o que desejo.”

Ah… essa tal de liberdade. De simplesmente sermos livres para fazer o que quisermos e e ser quem quisermos. Mal sabe ela que queremos tantas coisas e somos feitos de tantos fragmentos, para simplesmente decidir e pronto. Ah, liberdade… a curse or blessing? Maybe both. Ao mesmo tempo sufocante e aliviadora. Angustiante, mas tranquilizadora. Ambigua, profunda, marcante. Queremos ela por inteiro, mas sem ter que abrir mão de nenhum de nossos pedaços. Esse tal desafio de querer voar mas não ter a coragem (ainda) de pular. É… aprendi muita coisa nesse mês, mas principalmente que liberdade pode e vai doer sim, assim como toda sensação e (emoção) não compreendida por inteiro. Soltar amarras, aceitar a si mesmo e aos outros, compreender que o mundo é tão maior do que pensamos, e finalmente, parar de viver dentro de nossas cabeças. Liberdade é física, mas principalmente psicologica. Uma vez que nos libertamos la dentro, ninguem segura. Fomos feitos para sermos homens livres (vlw Jesus), agora apenas nos basta coragem, persistência e fé para nos tornamos tal.

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