“Assim como ele(a)”

Todo mundo cria um vinculo com suas paixões, isso é óbvio, mas o que nunca tinha sido óbvio para mim é que nós realmente procuramos um padrão em outras pessoas. Eu já li diversas vezes que sofremos muito porque procuramos sempre os mesmo tipos de pessoas para nos relacionar, porque nos faz pensar de alguma forma que isso é um porto-seguro. Mas não é. Nunca foi. E nunca Será.

Algumas pessoas, assim como eu, vão dizer: não, eu não faço isso, eu sempre procuro conhecer pessoas diferentes. Porem, isso é balela. É facilmente visível que procuramos o mesmo tipo de pessoas quando as colocamos na balança, sabe, tipo, literalmente fazer comparativos. Isso é o maior erro. Se você procura uma pessoa fazendo comparativo com a sua ultima paixão ou com a anterior ou com a antepenúltima, desculpe falar, mas isso já é buscar o padrão do “mesmo tipo”; digo isso porque automaticamente você já vai estar procurando algo mais próximo do que eles foram. Seu ponto de segurança vai ser próximo as qualidades e defeitos dele. Um exemplo: Eu gosto de caras possessivos, sempre gostei, esse já é meu padrão natural, mas se eu buscar uma possessividade parecida com a de uma antiga pessoa que passou pela minha vida, isso já significa um comparativo da futura pessoa para com a antiga. E aí que começaria a pecar.

Note que meu foco não é falar que padrões são ruins, mas sim, que insistir em procurar o mesmo tipo de pessoa é péssimo. Porque é a verdade, caímos num ciclo que jamais vai se partir se você não abrir mão disso. O ciclo é um grande problema. Um dia eu pretendo explica-lo em outro texto para não me desviar do meu intuito. O que eu quero dizer é, libertar-se dessas correntes que aprisionam sua alma é maravilhoso, e isso liberta seu coração, e te dará chance de finalmente se apaixonar sem sofrer. Quebre os ciclos, ciclos criam rotinas. E rotinas destroem qualquer coisa que tocam.

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