are we really living or just walking dead now?

eu me sinto viva quando me abro, quando me permito experimentar novas vivências. sinto meu corpo pulsar diferente, minha respiração ficar mais agradável, minhas dores suspenderem.

eu não quero viver cabisbaixa numa rotina à caminho da morte. eu sei que ela é inevitável e vai chegar um dia, então até lá eu quero ter dançado na chuva durante o percurso; eu quero ter conhecido uma dúzia de pessoas com histórias que me ensinem, que me amoleçam cada vez mais, que nunca me façam perder a fé na gente; eu quero passar por um túnel e gritar o mais alto que puder pra ouvir como o som ecoa diferente do meu quarto (que já ouviu tantos gritos silenciosos); saltar de paraquedas eu num quero não, tenho certeza; quero encontrar uma pessoa desconhecida, olhar em seus olhos, dar um sorriso pra ela e aquilo ficar ali, naquele momento; eu quero fazer o bem às pessoas; eu quero que sejamos felizes. eu quero viver. eu quero ter as rédeas da minha vida pra poder soltá-la em liberdade.

tô prestes a comprar passagens pra fazer uma viagem que eu sempre quis mas que me faltava coragem de fazer sozinha.

se vai dar certo? sei não, mas fazia tempo que eu não me sentia tão viva só por estar de peito aberto.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.