Existem duas verdades universais sobre os relacionamentos que já tive: A primeira é que eu levei um pé na bunda em todos eles e a segunda é que sempre pareceu o fim do mundo. Os dias se tornavam mais cinzentos apesar do calor de 36° do Rio de Janeiro e a cabeça não consegue parar de martelar "onde foi que eu errei?". Onde quer que eu fosse, lembrava da pessoa e parecia que não existia mais ninguém no mundo que pudesse ocupar o lugar da(o) prometida(o). Acontece que a gente já sabe que isso tudo passa depois de umas semanas de choradeira e lamentação regada a bebidas alcoólicas e hábitos não muito saudáveis, chega um momento que a gente simplesmente cai na real, levanta do tombo e segue com a vida. Mas enquanto a ficha não cai, está doendo e é terrível. 
Nesse texto eu não quero falar de superação, eu quero falar do hábito mais auto destrutivo que eu desenvolvi na vida: O de me fechar por medo da dor que eu vou sentir ao ser rejeitada. O ponto alto disso tudo foi a minha última desilusão onde eu finalmente estava pronta para me abrir para alguém depois de muito tempo e mais uma vez fui descartada. A rejeição dói e é difícil de aceitar mas eu ainda estou esperando que ela me ensine alguma coisa.

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