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Empreender muitas vezes é um ato de necessidade, mais do que de oportunidade, principalmente em momentos de crise. Ter o próprio negócio pode ser o sonho de muitas pessoas, mas segundo dados de pesquisa do projeto Global Entrepreneurship Monitor, em 2015, os brasileiros tornaram-se mais receosos com relação a se envolver na abertura de um novo negócio.

No caso feminino, esse medo pode ser ainda maior, devido a desigualdade de gênero. O ingresso feminino no mercado de trabalho e como donas de suas próprias empresas traz uma alteração social que não pode ser vista apenas como uma atividade para complementação de renda, e sim como uma ação complexa de uma parcela da população que traz consigo o peso das expectativas sobre o que é ser mulher. Apesar de uma visão distorcida das divisões do trabalho, dados comprovam que em 2015, por exemplo, as mulheres eram 49% dos empreendedores brasileiros.

Pensando nisso, o Plano B nasceu com a audaciosa missão de colaborar para a mudança desse cenário através da informação. Queremos contribuir para o amadurecimento e sucessos dos negócios das mulheres universitárias. Além de ser uma ponte estre especialistas e empreendedoras, este projeto também pretende possibilitar a troca de experiências e network, além de mostrar as vitórias e dificuldades de estudantes que já têm o próprio negócio. O nome Plano B foi escolhido justamente por ser esse o propósito de muitos empreendimentos femininos: ser uma renda extra, e, inclusive, uma alternativa para arcar com os custos de uma formação universitária.

Perfil dos empreendedores brasileiros

Entre os empreendedores iniciais a proporção de homens e mulheres é praticamente
 a mesma, 51% e 49% respectivamente;
 As pessoas na faixa dos 25 aos 34 anos são os mais ativos. Na faixa dos 55 aos 64 anos os indivíduos são os menos ativos;
 Indivíduos com renda entre 6 e 9 salários mínimos são os mais ativos. Indivíduos com renda inferior a menos de 6 salários mínimos são os menos ativos;
 Dos empreendedores iniciais, 21% afirmaram possuir algum tipo de registro formal e, 17% confirmaram possuir o CNPJ, ou seja, apenas 38% dos empreendedores afirmaram ter algum tipo de registro formal;
 Empreendedores iniciais cujos negócios contam com CNPJ diferenciam-se positivamente daqueles que não possuem, no caso das seguintes características: novidade do produto/serviço, idade da tecnologia envolvida, geração de empregos, orientação internacional e faturamento; 
 Ter o próprio negócio continua figurando entre os principais sonhos dos brasileiros, sendo que proporção observada em 2015 (34%) foi superior à de 2014 (31%);

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